06 janeiro 2015

Dia 06 de Janeiro dia da Deusa Morrigan

Dia 06 de Janeiro dia da Deusa Morrigan



Morrighan, também conhecida como Morrigu, é a deusa celta da morte e da destruição. Sempre representada com sua armadura e armas. Está sempre presente nas guerras e é invocada com os chifres de guerra ou o gralhar dos corvos. Sua função na guerra é difundir a força e a ira entre os soldados. Seu nome significa "Grande Rainha" ou "Rainha do Espectro". Esta deusa também representa a renovação, a morte que dá lugar a uma nova vida, o amor, e o desejo sexual. A vida e a morte estão muito ligadas no universo celta. Morrighan é virgem, mãe e viúva. Pertence ao grupo dos Tuatha De Danann, os seres mágicos que viveram na Irlanda antes dos irlandeses atuais. Nas guerras, ela se transforma em corvo. É uma deusa completa que forma uma tríade sombria com Badbh e Macha, as três a mesma deusa, com características diferentes em cada manifestação. Também está relacionada à deusa Dana, "a Grande Mãe". O crânio dos mortos em batalha eram conhecidos como "bolas de Morrighan". Foi amante de reis e seduziu grandes soldados. Motivava os soldados celtas nos campos de batalha, que ao ouvirem-na sobrevoando, sabiam que o momento de transcender havia chegado e davam suas últimas forças, portanto Morrighan conferia força aos guerreiros. Dotada do poder da transformação, Morrighan também era deusa dos rios, lagos e de toda as águas doces.

Morrigan, como todas as deidades celtas está associada as forças da Natureza, ao poder sagrado da terra, o Grande Útero de onde toda a vida nasce e depois deve morrer para que a fecundidade e a criação da terra possam renovar-se.

Na epopéia de Cuchulainn, "Tain Bó Cuailnge", em que se celebra a grande guerra entre os Fomorianos e os Tuatha De Danann, as três Deusas Guerreiras com forma de corvos são Nemain, Macha e Morrigu, das quais Morrigu é a mais importante. Segundo a análise que faz Evans Wentz da lenda, são a forma tripartida de Badb. Nemain confunde os exércitos do inimigo, Macha goza com a matança indiscriminada, porém é Morrigu quem infundiu força e valores sobrenaturais a Cuchulainn, que desse modo ganhou a guerra para os Tuatha De Danann, as forças do bem e da luz, e derrotou os obscuros Fomorianos, de igual modo que os deuses olímpicos venceram os Titãs.

Ritual de proteção de Morrigan: Vista uma peça de roupa íntima vermelha nas terças feiras ou queime um incenso de absinto e uma vela negra.

André Boneberg

05 janeiro 2015

Befana

Befana


Lenda
Segundo a tradição popular, os Três Reis Magos iam para Belém levar presentes para o Menino Jesus, e, em dúvida quanto ao caminho a seguir, resolveram pedir informações à uma velha. Ela tampouco sabia o caminho, mas convidou os visitantes a pernoitar em sua casa. Na manhã seguinte, em agradecimento pela acolhida, eles a convidaram a segui-los e visitar o Menino, mas ela lhes disse que estava muito atarefada. Mais tarde, porém, arrependeu-se e seguiu pelo caminho tomado pelos Magos, mas nunca mais conseguiu reencontrá-los.
Desde então, diz a lenda que ela para em todas as casas que encontra pelo caminho, dando doces às crianças na esperança de que um deles seja o Menino Jesus
Segundo o folclore popular, a Befana visita todas as crianças da Itália na noite de 5 para 6 de janeiro, para encher de caramelos suas meias (se comportaram-se bem), ou com pedaços de carvão (se foram mal-comportadas). Sendo uma boa dona de casa, diz-se que varrerá o piso antes de sair. A tradição recomenda que as crianças da casa deixem uma garrafinha de vinho e uma porção de um prato típico ou local para a Befana.
A Befana é representada como uma velhinha de xale negro, coberta de fuligem porque entra nas casas pela chaminé. Ela voa montada numa vassoura, sempre sorri, e carrega um cesto cheio de doces e presentes (ou carvão).


Festa de Befana, na Itália, reminiscência da antiga celebração da deusa Befana, a Anciã, também chamada de La Vecchia ou La Strega, que trazia presentes para as crianças e expulsava os espíritos do mal. Ainda hoje, em alguns lugares, costuma-se fazer uma boneca de trapos representando uma velha e pendura-la do lado de fora. Acreditava-se que os mortos que vinham visitar seus parentes no 1º dia de Novembro ficavam até este dia, quando Befana os conduzia de volta a suas moradas.No calendário celta, esta noite chama-se “A Décima Segunda Noite” e assinala o fim dos festejos de Natal (Yule) e o início das atividades interrompidas durante as festividades. O período de doze dias entre o Natal e a Epifânia era, antigamente, um tempo de repouso e alegrias. Segundo a tradição, as decorações de Natal devem ser retiradas e guardadas neste dia. Os povos antigos, nesta data, abençoavam a terra e as casas, oferecendo sidra e bolos às árvores frutíferas para atrair a prosperidade das colheitas. Abençoe e consagre seu espaço, doméstico ou profissional, aspergindo água da fonte ou de chuva, acendendo um incenso feito com mirra, bejoin ou olíbano, orando para seus protetores espirituais e recitando algum mantra ou prece de proteção. Ofereça um pão e um pouco de sidra para a Terra, agradecendo as futuras realizações e aprendizados neste novo ano. Para garantir sua situação financeira, chupe três sementes de romã e três grãos de trigo ou arroz. Coloque-os depois em sua carteira ou bolsa, junto com três folhas de louro e um objeto de ouro, pedindo às deusas do destino que assegurem sua segurança material.





André Boneberg

Deusa Inanna

Deusa Inanna


É uma das mais antigas manifestações da Deusa Mãe. Inanna a Deusa do amor, do erotismo, da fecundidade e da fertilidade, entre os antigos Sumérios, sendo associada ao planeta Vénus. Era especialmente cultuada em Ur, mas era alvo de culto em todas as cidades sumérias.O dia 2 de Janeiro é tradicionalmente consagrado a esta deusa.
“A história da mulher que se despiu, em sete portais sucessivos, de tudo que ela havia realizado na vida, até estar nua, com nada restando a não ser sua vontade de renascer”.Atualmente, as mulheres árabes homenageiam esta estória antiga com a "Dança dos Sete Véus", embora o poder cósmico envolvido já não tenha significado religioso.
No mito, Inana que é a deusa do Paraíso, radiante, alegre, cheia de vida, desce ao mundo inferior para visitar sua irmã gêmea, No mito, Inana que é a deusa do Paraíso, radiante, alegre, cheia de vida, desce ao mundo inferior para visitar sua irmã gêmea, Ereshkigal, cujo nome significa “a senhora do grande espaço abaixo”, que acaba de perder o marido.l, cujo nome significa “a senhora do grande espaço abaixo”, que acaba de perder o marido.
Para ver sua irmã Inanna teve que passar por 7 portões no submundo, em cada um ela deixou um tributo para sua passagem. Quando chegou na sala de sua irmã já estava completamente nua, sua irmã tomada de ira pela perda do seu marido a matou, a deixando pendurada em um gancho.
A terra ficou infértil e todos os mortais se encheram de medo, terror e enlouqueceram. Seus fiéis sacerdotes pediram aos Deuses que salvassem Inanna, Enki o Deus da sabedoria se comoveu com a história e interveio dando a um dos sacerdotes a água da vida.
O sacerdote totalmente travestido conseguiu chegar até Ereshkigal, a adulou conquistando assim sua confiança e deu a água da vida para Inanna que ressuscitou.
Inanna e Ereshkigal são duas irmãs completamente diferente uma da outra, um  yin e yang, a lua cheia e a lua negra... 
No meu ponto de vista essa historia me passa um enorme complexo de interpretações: como as fases da lua, as estações do ano e nossas próprias faces enquanto humanos , começo , meio, fim, recomeço....

Deixo para vocês estudarem e encontrar sua própria interpretação da historia, aquela interpretação do seu coração.
Blessed Be !!!

Michelle Chagas