19 fevereiro 2015

Os reis do oceano

Os reis do oceano

Vamos falar de um casal, um casal grego!
Os reis do oceano grego, são Poseidon e Anfitrite, a poucos mitos relacionados a eles, vou falar à única que me lembro:
Anfitrite é uma nereida (ninfa do mar), apesar de ser uma ninfa acabou se tornando deusa das águas calmas depois de seu casamento com Poseidon Na mitologia grega, Anfitrite é filha da ninfa Dóris e de Nereu, também era irmã da deusa Tétis e, portanto, tia de Aquiles... Na mitologia romana, é conhecida como Salácia.
Certa vez, quando se divertia com suas companheiras foi vista por Netuno que, maravilhado pela sua deslumbrante beleza, tentou raptá-la, mas ela se recusou a unir-se ao deus, escapou e refugiou-se nas profundezas do oceano, em um lugar onde só sua mãe, Dóris, sabia onde estava. O deus dos oceanos não desistiu de sua paixão e continuou com suas investidas. Mandou um Delfim (um golfinho) procurá-la e ela foi encontrada ao pé do monte Atlas e, convencida, ela cedeu e casou com Poseidon, que a tornou rainha dos oceanos.
Dessa feliz união, nasceu um rebento de corpo de homem e cauda de peixe, Tritão, que se tornou mensageiro e zeloso servidor dos pais, e com sua música produzida com búzios como instrumento, apaziguava a agitação dos mares para que a carruagem paterna pudesse percorrer em segurança seus domínios. Diz-se também que sua descendência foi marcada pelo nascimento de muitas ninfas marinhas, mas também de monstros e gigantes, inclusive mãe dos Ciclopes.
Nas esculturas, ela frequentemente aparece sentada próxima a Poseidon em uma carruagem puxada por Tritões. Representada portando um tridente, símbolo de sua soberania sobre os mares. Assim como Hera, Anfitrite também sofre com as traições de seu marido, mas não tinha a mesma maldade de Hera, junto com Poseidon ela foi mãe de Tritão e Roda, às vezes ela é associada com focas e golfinhos. Seu nome significa: Aquela que é amiga dos golfinhos.
Sendo assim, Poseidon e Anfitrite são os principais deuses marítimos na Grécia, Poseidon é um dos 12 olimpianos sentando a esquerda de Zeus, seu irmão, porem são inúmeros casos de brigas entre eles, agora vamos às associações (separadamente):

Poseidon:
É deus: dos mares, tempestades, terremotos, e cavalos.
Cores: azul marinho, verde mar, cores que representam os mares.
Animais: cavalos, animais marinhos.
Oferendas: conchas, água do mar (não água com sal, água do mar mesmo) representações de tridente.
Velas: branca, ou nos tons de mar.
Anfitrite:
É deusa: dos mares calmos, da paz.
Cores: azul marinho, azul bebe.
Animais: golfinhos.
Oferendas: conchas, algas, e tridente.
Vela: branca, azul clara.

Bem espero que tenham gostado, se ficou duvida, ou algo que não coloquei comenta (ou mande por email) que eu responderei com o maior prazer! Ate à próxima, que os deuses lhe abençoe!


Raffi Souza

18 fevereiro 2015

SUMMERLAND

 SUMMERLAND



Summerland é um termo geralmente empregado na wicca como referencia ao outro mundo para o qual as almas dos mortos se encaminham após a vida física.


 Pode ser visto como uma espécie de paraíso pagão não muito diferente dos conhecidos ALEGRES CAMPOS DE CAÇA de algumas tradições dos nativos norte americanos.
 O summerland dos wiccanos existe no plano astral e é experimentado de modos diferentes por cada indivíduo, de acordo com a vibração espiritual que ele leve a esse plano de existência.
 O período em que alguém permanece em summerland depende da habilidade do indivíduo de libertar e retomar o material que a alma carrega vida após vida, o que pode fazer com que essa alma renasça na dimensão física.
 A existência em summerland permite a um indivíduo a oportunidade de estudar e compreender as lições da vida anterior e como estas se relacionam com outras vidas já passadas.
Na teologia wiccana, este é conhecido como um período de descanso e recuperação.
Uma vez encerrado este período de tempo, o plano elemental começa a atrair o indivíduo para o renascimento em qualquer dimensão que se harmonize com seu á sua natureza espiritual naquele momento. A alma a reencarnar é então submetida ao plano das forças e pode ser atraída pelo vértice de uma união sexual em curso na dimensão física.
 Segundo os ensinamentos misteriosos, um aborto natural ou natimorto indica uma alma que não mais precisava retornar a dimensão física, necessitando apenas uma breve imersão em matéria densa para equilibrar as propriedades elementais etéreas necessárias a seu corpo espiritual.


 A outra razão para tais ocorrências é que os pais precisavam aprender a lição da perda para a própria evolução espiritual, caso no qual isso foi possibilitado por uma alma que não necessitava mais de uma existência física.

 Os serviços dessas almas elevadas é geralmente notado não só nesses cenários, mas também nos ensinamentos acerca da reencarnação de avatares como Jesus.

Pesquisado e editado por André Boneberg

17 fevereiro 2015

Fairy Wicca

Fairy Wicca



Existe uma Tradição na Wicca que é especialmente dedicada a buscar a conexão com os Deuses através do Povo das Fadas: é a Fairy Wicca, a Tradição dos Fays ou Fairies (Povo das Fadas).
  A crença nos Fays (Fadas) é um aspecto importante do folclore gaélico até hoje.

  Atualmente, há várias versões que tentam explicar sua origem: as versões cristianizadas e, portanto, mais recentes, falam que eles são "anjos caídos", que foram negados a um lugar no céu por algum delito pouco sério, ou os Deuses antigos, que diminuíram de estatura como resultado da introdução do cristianismo entre seus povos.
  Muitas pessoas entendem que os Fays são uma raça não-humana que também vive nesse planeta.

  Mas a tradição mais divulgada falam que os Fays são os remanescentes dos primitivos povos britânicos,   mais conhecidos como "Velho Povo" (Fays).
  Ao que parece, o Velho Povo habitava as Ilhas Britânicas na Idade do Bronze.



  Quando começou a invasão das suas terras, esse povo fugiu para as montanhas e colinas (chamadas, em gaélico, de Sidhe ou Sidh - que significa "Terras Altas") para se protegerem das guerras, uma vez que eram povos pacíficos. Essas novas terras, ocupadas pelos Fays, passou a ser chamada de Fairland (Terra das Fadas).




  A mitologia britânica, conserva o nome de alguns desses povos:
  Os Daione Sidhe (pronúnica: di-na chi) - fadas das montanhas/subterrâneas;
  Os Bwragedd Annwn (pronúncia: burageth anun) - fadas dos lagos;
  Os Flidais - fadas das florestas e bosques;
  Os Tylmyth Teg (pronúncia: tarluith-taig) - do país de Gales; e
  Os Unseelie - da Escócia.
 Menos conhecidos, também falam dos "Bons Vizinhos", os Seeli e o Povo Wee.
  Nas montanhas, os Daione Sidhe construíram casas subterrâneas (chamadas "brugh"),   cuja entrada era marcada por outeiros ou pequenos montes (chamados "knowe").
  Os Bwragedd Annwn, por sua fez, tinha a entrada de suas cidades subterrâneas no fundo de lagos, riachos e córregos.
  A atividade mais comum dos Fays é a criação de um gado malhado - chamado Gwartheg Y Llyn (pronúncia: guarr-they er thlin) -, que pastoreiam com a ajuda de grandes cães brancos com orelhas vermelhas - os Cwn Annwn (pronúncia: kun anun) ou "Cães dos Montes".
  A Tradição Fairy Wicca quer resgatar a religiosidade desses antigos povos britânicos, trabalhando com energias e espíritos da natureza, de acordo com rituais muito antigos, que dizem ser herança do próprio "Velho Povo". 
  A visão de "Fadas" que os bruxos da Fairy Wicca têm, é muito diferente da que estamos acostumados.
  Não tem nada a ver com a "Sininho", do Peter Pan, ou a Fada Azul, do Pinóquio.
  Eles entendem os Fays como elementais dos quatro Elementos, ou seja, para eles, os Silfos, as Salamandras,  os Duendes, os Gnomos, as Ondinas, as Sereias, etc., são todos membros do mesmo Velho Povo. Justificam essa visão, lembrando que tudo que faz parte da Natureza, tem um ou mais Fays responsável. Cada folha de grama, cada pedaço de pedra, cada árvore, cada planta, cada porção de ar ou de água tem no mínimo um Fays ali.
  Portanto, estamos cercados de fadas por onde quer que andemos: a fibra vegetal de nossas roupas, a madeira da mesa e da cadeira, a água que bebemos e o ar que respiramos... Em cada porção da Natureza, há um Fay responsável.