15 março 2017

a erva sagrada: Eucalipto!

A erva sagrada: Eucalipto!


Bem hoje vou falar sobre uma erva (me refiro a erva, qualquer planta, ou alimento que tenha sido retirado de uma arvore, da terra ok?) que muitos já ouviram falar, mas não conhecem seus benefícios então venha conhecer um pouco sobre o Eucalipto! E lembrem antes de usar qualquer medicamento natural consulte o medico, pois infelizmente você pode ser alérgico a ela.
O eucalipto é uma planta medicinal bastante utilizada no combate de diversas doenças respiratórias devido as suas propriedades expectorantes, e pode ser utilizado em forma de chá, óleo essencial ou em vapores para inalação.

O nome científico do eucalipto é Eucalyptus globulus Labill e pode ser comprada em lojas de produtos naturais. Com o eucalipto pode-se fazer ótimos remédios caseiros para doenças respiratórias.

Para que serve o eucalipto
O eucalipto serve para o tratamento de gripe, resfriado, rinite, sinusite, adenite, amigdalite, asma, bronquite, nariz escorrendo, pneumonia, tuberculose, febre, vermes intestinais, acne, mau hálito e dor muscular.

Propriedades do eucalipto
As propriedades do eucalipto incluem ação antisséptica, desinfetante, expectorante, tônica, anti-inflamatória, antimicrobiana, aromática, descongestionante, expectorante e vermifuga.

Modo de uso do eucalipto
A parte utilizada do eucalipto é a sua folha e pode ser usada de várias formas, desde inalação até chá.
Chá: Adicionar 1 colher de folhas picadas de eucalipto em uma xícara e cobrir com água fervente. Depois de morno, coar e tomar.
Inalação: Colocar 5 gotas de óleo essencial de eucalipto em uma tigela com 1 litro de água fervente e inalar o vapor por alguns minutos. Para aproveitar ao máximo, coloque uma toalha de banho sobre a cabeça como se fosse fazer uma tenda para cobrir a tigela, assim o vapor ficará aprisionado e o indivíduo inspirará uma maior quantidade do vapor que alivia os sintomas.
Uso tópico: Realizar uma massagem nos locais desejados utilizado 2 gotas de óleo essencial de eucalipto para 100 ml de óleo mineral.

Efeitos colaterais do eucalipto
Os principais efeitos colaterais do eucalipto se prendem com o seu uso excessivo e inclui dermatite, dificuldade para respirar e taquicardia.

Contraindicações do eucalipto
O eucalipto está contraindicado em caso de alergia ao eucalipto ou durante a gravidez.
 O eucalipto é considerado um medicamento natural com inúmeras propriedades medicinais, sobretudo provenientes das suas folhas. Da sua folha é retirado o óleo que tem propriedades antissépticas e também desinfectantes. Quando aplicado localmente, o eucalipto pode danificar a sensibilidade e aumentar a actividade cardíaca. Este medicamento natural é utilizado para combater a asma, aliviar afecções brônquicas, tosse, constipações, rinite e sinusite, aliviar a dor de cabeça e descongestionar as vias nasais. Pode ser útil também no tratamento de dores musculares, reumatismo, infecções urinárias e feridas. Contudo, a sua utilização deve ser moderada e segundo prescrição e aconselhamento médico, pois em quantidades maiores pode ser tóxico para o organismo provocando complicações graves para a sua saúde.

 A sua forma de utilização é muito diversificada, podendo ser aproveitado através do seu óleo, ingerido sob a forma de chá, por inalação do vapor ou aplicação local. Para uma inalação do vapor, precisa de uma chaleira com água a ferver, óleo de eucalipto, uma toalha grande, e um recipiente que seja largo. A sua cabeça deve estar pendente sobre o recipiente que contem a água quente com 3 gotas do óleo, e coberta com a toalha, para que todo o vapor libertado seja inalado por si: respire lentamente e profundamente durante aproximadamente 10 a 15 minutos.

O medicamento natural tem imensas vantagens e muito poucos prejuízos comparados com os medicamentos químicos, e um exemplo disto é que uma só árvore, o eucalipto, tem propriedades medicinais antipiréticas, antitússicas, anestésicas, antissépticas e desinfectantes.
Planta medicinal utilizada no tratamento da tosse (ação expectorante) e do resfriado (inalação). São apresentadas em forma de infusão, pastilhas, inalações ou cápsulas.

Nomes
Nome em português: Eucalipto
Nome binomial: Eucalyptus globulus
Nome francês: Eucalyptus
Nome inglês: eucalyptus
Nome alemão: Eukalyptus
Nome italiano: eucalipto
Nom espagnol: eucalipto

Família
Myrtaceae (Mirtáceas)
Constituintes

Óleo essencial de eucalipto (cineol, eucaliptol).

Partes utilizadas
– Folhas, às vezes flores, frequentemente consumidas na forma de óleo essencial.
​Efeitos do eucalipto
– Expectorante, antibacteriano, antisséptico, dilatação das vias aéreas superiores.
Indicações do eucalipto
– Tosse, bronquite, resfriado, sinusite, asma (como uma medida complementar), enfisema.

Efeitos secundários
Possíveis efeitos secundários na região gastro-intestinais. Peça conselhos ao seu especialista.
Contraindicações
Tome cuidado com as crianças pequenas, não aplique os óleos essenciais à base de eucalipto nos olhos.  Peça conselhos ao seu especialista.

Interações
Interação possível com outros medicamentos. Peça conselhos ao seu farmacêutico.
Preparações à base de eucalipto
– Infusão de eucalipto
– Inalação de eucalipto
– Tintura de eucalipto (em gotas)
– Óleo essencial de eucalipto
– Cápsula de eucalipto (muitas vezes à base em 200 mg de eucalipto, consomir 3 vezes ao dia).
– Pastilhas ou balas de eucalipto
– Xarope de eucalipto

Onde cresce o eucalipto?
O eucalipto cresce nos países tropicais e na Austrália.

Observações
Esta planta de origem australiana (utilizada pelos aborígenes) encontra-se em inúmeras preparações à venda nas farmácias. Esta planta pode ser um bom complemento natural para tratar a tosse e outras doenças infecciosas como os resfriados, graças aos óleos essenciais contidos na folha de eucalipto.

* Nome Científico: Eucalipto Globulus.
* Família: Myrtaceae (Mirtáceas)
* Origem: Austrália
* Outros Nomes: "erva-da-febre”.

* Propriedades Mágicas:
Usado em rituais de cura e em feitiços de todos os tipos. Existe um antigo hábito de pendurar eucalipto no pescoço para evitar gripes e resfriados. Na umbanda e candomblé, o eucalipto é consagrado aos orixás Ogum e Oxalá. As folhas dessa árvore são conhecidas por limpar a energia, animar e trazer sensação de amplitude. Sob forma de essência proporciona integração emocional, física e espiritual, auxilia na abertura do "terceiro olho", ajuda a libertar a "criança interior", relaxa a respiração, normaliza o fluxo sanguíneo, combate a negação da realidade e a falta de autenticidade.

* Propriedades Medicinais:
Cura gripes e resfriados com tosse (através de chás e vapor). É expectorante, anti-asmático, antiinflamatório e desinfetante. O chá de eucalipto também é aplicado no combate a febres, bronquite, tuberculose, maleita, diabetes, etc. Não se devem ultrapassar as doses indicadas por via interna, e deve ser usado internamente apenas com orientação de um fitoterapeuta.
Repetindo novamente, antes de usar qualquer erva consulte o medico, pois infelizmente você pode ser alérgico a elas! Espero que tenham gostado de conhecer sobre mais uma das nossas ervas sagradas!
Que os deuses lhe abençoem!

Raffi Souza.

14 março 2017

a deusa da guerra: Macha!

A deusa da guerra: Macha



Deusa da fertilidade e da guerra, filha de Ernmas, junto com as irmãs Badb e Morrighan, podia lançar feitiços sobre os campos de guerra. Após uma batalha os guerreiros cortavam as cabeças dos inimigos e ofereciam a Macha, sendo este costume chamado de a “Colheita de Macha”. A Rainha da Vida e da Morte no panteão irlandês reverenciada em Lughnasadh/Lammas. Ela é a Deusa protetora da guerra e da paz, regendo também a astúcia, a força física, a sexualidade, a fertilidade e o domínio sobre os homens. A Deusa Macha foi adorada na Irlanda mesmo antes da chegada dos celtas. Ela é uma Deusa Tríplice associada à Morrigan (ou Morrigu) e Badbh, confirmando o significado do triskle para a cultura celta, em termos de respeito ao simbolismo da Trindade (vida – morte – vida). No “Livro das Invasões”, nas lendas do Ciclo de Ulster, a seguinte frase descreve esta triplicidade: “Badbh e Macha, grandes poderes. Morrigan que espalha confusão, Guardiãs da Morte pela espada, Nobre filhas de Ernmas”. Ela está ligada também a Danu no aspecto fértil. No “Livro Amarelo de Lecan”, Macha é glosada como um corvo que se alimenta dos cadáveres em combate. Ela também está associada a troféus de batalha sangrentos, como as cabeças recolhidas dos inimigos, chamadas de “a Colheita de Macha”. Esta ligação com a arte da batalha é reforçada pelo nome das Mesred machae, os pilares das fortalezas, onde as cabeças dos guerreiros derrotados eram empaladas. Macha é também a deusa que guia às almas ao além-mundo. Ela vive na terra dos mortos, a oeste. Antes de sua ligação com a morte, ela representava a quinta-essência das fadas. É igualmente considerada uma Deusa da Água, semelhante à Deusa Galesa Rhiannon, e Protetora dos Eqüinos, como a Deusa Gaélica Epona. Está ainda associada à Deusa do parto, principalmente se estes forem gêmeos. Macha. Que representava a face Mãe. Ela aparecia no final da batalha e guiava os mortos para o outro mundo.
A Maldição de Macha
Macha, segundo conta uma das lendas, é uma Deusa que preferiu viver entre os mortais. Teve como seu primeiro marido o líder Nemed, que morreu em uma batalha, narrada no “Leabhar Gabhala” (O Livro das Conquistas), Por muito tempo, Macha governou a Irlanda sozinha, até unir-se ao seu segundo marido Cimbaeth, que foi quem construiu o forte real de “Emain Macha”.  Mas foi com seu terceiro marido, Crunniuc Mac Agnomainque surgiu à lenda de sua maldição. A história inicia-se quando Crunniuc, um fazendeiro de Ulster, pai de quatro filhos e desolado pela morte da esposa. Macha, uma senhora misteriosa, entra em sua casa, organiza seu lar, dá ordens aos seus criados, fazendo tudo para agradá-lo. À noite faz amor com ele, tornando-se assim, sua esposa. Como deusa protetora dos eqüinos, e apaixonada por seu marido, ela multiplicou-os de maneira assombrosa e passava as manhãs correndo e competindo com eles pelos prados. Neste período, Crunniuc prosperou como nunca, e recebeu o reconhecimento dos outros nobres da região. Aparentemente, a mulher trouxera-lhe boa fortuna. Ele nunca indagou a formosa mulher sobre sua origem, bem como jamais questionou o que ela fazia ali. Apenas amou. Amou e confiou naquela silenciosa mulher, depositando ali seu nobre coração. Eis que então a formosa mulher dos cabelos cor de fogo trouxe a Lua para seu ventre, brindando Crunniuc com a alegria de, dali a nove ciclos de lunação, ser pai. Algum tempo depois, o rei Conchobar convidou a todos para um festejo no Condado de Armagh. Crunniuc decidiu que iria ao Festival. Macha lhe pediu para não ir, advertindo-lhe que ele falaria Dela durante o festejo e que isso atrairia desgraça para os dois. Crunniuc não desistiu e prometeu não dizer uma só palavra sobre seu relacionamento. O próprio rei de Ulster presidia os festejos. Num certo momento, para agradá-lo, alguém fez elogios aos seus cavalos, garantindo que não havia outros mais velozes em todo o mundo. Crunniuc, não conseguindo conter-se, afirmou que sua mulher corria mais rápido que qualquer quadrúpede. O rei, com raiva, mandou prendê-lo e exigiu uma comprovação de tais palavras. Sendo assim, Macha foi forçada a comparecer ao festival para competir com os cavalos do rei, sob pena de matarem seu marido se ela resistisse. Ela protestou e apelou pedindo então que o rei aguardasse o término de sua gestação para que tal feito fosse realizado. Ela lembrou-lhes que todos tinham mãe, e perguntou-lhes o que sentiriam se obrigassem a cada uma delas uma prova semelhante, em estado tão avançado de gravidez. Mas de nada adiantou seus lamentos: para a maioria dos homens, devido ao excesso de álcool, lhes parecia muito atrativo aquele perigoso desafio. Macha então teve que aceitar realizar a corrida, já sentindo as dores do parto. Trouxeram então os cavalos e teve início a competição, que teve um fim muito breve, pois ela alcançou a chegada rapidamente com uma vantagem folgada. No entanto, ao final, ela caiu ao solo gritando de dor e, naquele mesmo instante, deu luz a gêmeos. Neste momento, todos se deram conta do que haviam feito, mas foram incapazes de se mover para ajudá-la. Então, ainda entorpecida pela dor, Ela reuniu suas forças e voltando-se para todos disse: “Desse dia em diante, durante cinco dias e cinco noites, por nove gerações, nos momentos em que todos os guerreiros do Ulster mais precisarem de suas forças, todos serão cometidos pelas mesmas dores de meu parto, pois eu sou Macha, filha de Sainrith Mac Imaith, e para enaltecer meu nome, esse lugar será chamado, para sempre, de Emain Macha”. Dizendo isso, a Deusa retirou-se do local, levando seus filhos e deixando todos os convidados atônitos com a revelação de sua identidade. Crunniuc nunca mais viu a Deusa ou seus filhos, voltando desolado, para suas terras que nunca mais, a partir daquele momento, seriam prósperas como outrora foram, quando Macha lá habitava, trazendo luz e prosperidade ao lar e ao coração do fazendeiro. Somente as mulheres, as crianças e o herói Cuchulainn ficaram a salvo das palavras de Macha.  .

- MACHA: O aspecto da Soberania. Macha é uma deusa equina, deusa Rainha e soberana da Terra. Sua imagem geralmente é representada acompanha por cavalos e é às vezes por corvos. Ela também representa a fertilidade ligada a terra. Ela pode se apresentar como uma doce mãe que cuida e ensina, como também pode se apresentar com aspecto destruidor, já que também é Guerreira. Em seu mito, a rainha Macha é obrigada a correr num cavalo para salvar a pele de seu marido. Ainda grávida, participa do desafio, vence, mas assim que termina a corrida ela dá um grito ensurdecedor de dor, pois pariu seus gêmeos na mesma hora. Em seguida, joga uma maldição no povo de Ulster, dizendo que quando precisassem de forças sentiriam a mesma dor de parto que ela sentiu.

Macha (O Corvo) - Rainha da Vida e da Morte no panteão irlandês. Um dos aspectos da Morrigu era reverenciada também em Lughnasadh. Após uma batalha, os irlandeses cortavam as cabeças dos vencidos e oferenciam a Macha, sendo este costume chamado de A Colheita de Macha. Deusa protetora da guerra, e da paz, Macha regia também a astúcia, a força física, a sexualidade, a fertilidade e o domínio sobre os machos. 
A deusa Macha foi adorada na Irlanda mesmo antes da chegada dos celtas. Ela é uma deusa Tríplice associada com Morrigan à deusa da guerra e da morte. É ligada também a Dana no aspecto de fertilidade feminina. O pai era o "Aed, o vermelho" e a mãe era Ernmas (druidisa feminina).

Há diversas lendas que convergem para a deusa Macha. Às vezes ela aparece como sendo pertencente ao povo de Tuatha Dé Danann, mas em outras surge como uma rainha mortal. Portanto, é normal a confusão a respeito do que realmente ela é. Macha foi esposa de Nemed e consorte de Nuada; chamada de "Mulher do Sol". Ancestral do Galho Vermelho é a Rainha da Irlanda, filha de Ernmas e neta de Net.

O corpo é o de uma atleta e os símbolos são o cavalo e o corvo. Macha está presente no "Livro das Invasões" quanto nas lendas do Ciclo de Ulster. Esta deusa é uma deidade tipicamente celta, pois em dado momento ela parece ser suave e generosa, para em outro transformar-se em terrível mulher guerreira.

Em algumas fontes, Macha é citada como uma das três faces de Morrighan, a maravilhosa deusa da guerra, da morte e da sensualidade. No "Livro das Invasões", a seguinte frase descreve esta triplicidade; "Badbh e Macha, grandes poderes. Morrighan que espalha confusão, Guardiãs da Morte pela espada, Nobre filhas de Ernmas." Nesse contexto, Macha é retratada como uma mulher alta e destacada, vestindo uma túnica vermelha e cabelos castanho-amarelados. Estas três deusas esconderam o desembarque dos Tuatha Dé Danann na Irlanda no início dos tempos. Elas fizeram o ar jorrar sangue e fogo sobre o Fir Bolgs, aqueles que inicialmente se opuseram contra os Thuatha, e depois os forçaram a abrigá-los por três dias e três noites. No "Livro Amarelo de Lecan", Macha é glosada como "um corvo, a terceira Morrighan".

Nemain - "frenesi", a que confunde as vítimas e espalha medo;
Morrighan - "Grande Rainha", a qual planeja o ataque e incita à valentia;
Macha - o corvo que se alimenta dos cadáveres em combate. Está também associada a troféus de batalha sangrentos, como as cabeças recolhidas dos inimigos, chamadas de "a Colheita de Macha". Esta sua ligação com a arte da batalha é reforçada no nome das Mesred machae, os pilares das fortalezas, onde as cabeças dos guerreiros derrotados eram empaladas.

Macha é também a deusa que guia às almas ao além-mundo. Ela vive na terra dos mortos a oeste. Antes da ligação com a morte, ela representava a quintessência das fadas. É igualmente considerada uma deusa da água semelhante à Rhiannon e Protetora dos Equinos como Epona. Está ainda, associada à deusa do parto, especialmente se este for de gêmeos.

Lições: Macha nos ensina a sermos soberanos de nossas próprias vidas. A soberania implica em sermos responsáveis por cada um de nossos atos. Ela nos ensina a ter coragem, mesmo nos momentos menos propícios, assim como em seu mito, haverá momentos em que não poderemos fugir dos desafios, por mais impossibilitados que estejamos e mesmo sabendo que no fim, haverá muita dor.

Associações:
É deusa: da vida, morte, parto, guerra, cavalos, corvos;
Cores: preto e branco;
Símbolos: cavalos, corvos, cabeças decepadas, gemêos;
Oferendas: força de vontade, velas, imagem dela (ou de gemêos);
Bem espero que tenham gostado de conhecer um pouco sobre a deusa Macha, e que ela nos ajude na nossa vida.
Que os deuses lhe abençoem!

Raffi Souza.

07 março 2017

o deus macaco: Hanuman!

O deus macaco: Hanuman!
Bem vamos falar sobre o deus  macado hindu, o deus que é considerado como deus do impossível, venha conhecer um pouco sobre ele aqui!





LORD HANUMAN o Deus Macaco, devoto ardente de Deus Sri Rama, é adorado por milhões de pessoas na Índia. Hanuman é a incorporação da devoção, dedicação e força. Devotos rezam a Hanuman para remover os sofrimentos criados pelo Deus Saturno para os humanos e também para realizar os seus desejos. 
A epopéia do Ramayana contém as ações heróicas de Hanuman e histórias da sua devoção a Sri Rama, e a sua esposa Sita. Hanuman pula o oceano Índico e alcança o Sri Lanka à procura de Sita que foi seqüestrada por Ravana o rei dos demônios. Na batalha entre Sri Rama e Ravana na qual Ravana é morto, Hanuman faz o papel principal.
Há templos por toda parte na Índia e em certos países estrangeiros onde Hanuman é adorado como um Deus.
Hanuman permaneceu solteiro ao longo da sua vida. Ele era aventureiro, forte, sábio, esperto, educado, um músico, altamente religioso, corajoso, destemido e, acima de tudo, totalmente dedicado ao seu mestre Sri Rama. Hanuman, o famoso deus macaco do hinduísmo.
O Ramayana informa que na verdade Hanuman era uma encarnação do poderoso Deus Shiva, que havia se manifestado na Terra durante o período de Rama, uma das encarnações de Vishnu, para auxiliá-lo em suas tarefas.
Hanumam se manifestou como um vanara (símio humanóide) e ministro do rei dos vanaras, tendo sido um dos grandes heróis da epopéia. Foi ele o responsável pela descoberta do cativeiro de Sita em Lanka, pelo incêndio da cidade e pela aniquilação de diversos importantes raxasas da tribo de Ravana.
O Ramayana não é o único texto da literatura védica que menciona Hanuman. Há também o "Hanuman Chalisa" e o "Mahabharata".
De acordo com esses textos, Hanuman é o filho do Deus do vento (Vayu), e um avatar (encarnação) de Shiva, cuja tarefa é auxiliar o rei Ramachandra a derrotar o deus-demônio Ravana. Hanuman também é chamado de Anjaneya, em alusão à Vanari Anjana, que é sua mãe.
Quando o Rei macaco Sugriva é expulso do reino de Kishkind pelo seu irmão Vali, Hanuman ajuda Sugriva a se esconder e eventualmente derrotar Vali, com a ajuda de Rama e Lakshmana.
Em troca da ajuda dos dois príncipes Sugriva deveria ajudá-los a resgatar Sita Devi, então prisioneira de Ravana. Porém Sugriva esquece-se de sua promessa, mas Hanuman ajuda Lakshmana a convencê-lo a lutar ao lado de Rama.
Na guerra, Hanuman exibe poderes (sidhis), podendo voar e mudar de tamanho. No decorrer da batalha, Rama e Lakshmana são aprisionados por Ahiravana, um tio de Ravana. Para resgatá-los Hanuman enfrenta o Raxasa, o qual só pode ser derrotado se cinco fogueiras forem apagadas simultaneamente. Para conseguir isto, Hanuman assume uma forma de cinco cabeças: 


Sri Garuda, a cabeça de águia. Alusão à montaria de Vishnu.
Sri Varaha, a cabeça de javali. Representa a terceira encarnação de Vishnu.
Sri Narasimha, a cabeça de leão. Representa a quarta encarnação de Vishnu.
Sri Hayagriva, a cabeça de cavalo. Representa outro Avatar.

Outro momento importante da história é quando Lakshmana é ferido em combate. Para salvá-lo, Hanuman carrega a montanha "Dronagiri" até o campo de batalha, para que os macacos retirem dela as ervas necessárias para salvar Lakshmana.
Mesmo depois que Rama morre, Hanuman permanece na terra como um imortal. No "Mahabharata" ele aparece para desafiar Arjuna, e eventualmente Krishna obriga Hanuman a servir Arjuna na guerra.

Por isso Hanuman seria uma das duas pessoas que teriam ouvido o "Bhagavad-Gita" além de Arjuna (a outra é Salya). Para os Hindús, Rama e Krishna são o Deus Vishnu encarnado em diferentes épocas, por isso Hanuman representa o devoto (Bhakta) ideal. Simboliza também Tapas, (sacrifício), e Brahmacharya, (castidade).

Na comunidade hindú ele é cultuado como encarnação de Shiva, e reverenciado por sua devoção a Rama. Na astrologia Hindú é dito que a meditação sobre o nome ou a figura de Hanuman afasta os malefícios trazidos por Shani (Saturno).

Devoção de Hanuman para Sri Rama
Uma vez, Hanuman foi presenteado por certos santos com um colar, completamente carregado com pérolas caras. Ao receber o colar, Hanuman arrancou cada pérola e as rachou com os seus dentes afiados, olhou dentro, e jogou fora todas as pérolas, uma por uma, com decepção. Os santos lhe perguntaram o que ele estava fazendo. Hanuman respondeu: Elas não são boas.
Eu não vejo meu Senhor Rama venerável e Sita em qualquer uma delas.
“O que é o uso de tal colar para mim?”
Os santos estavam chocados.
Como era possível ver as imagens de Deuses dentro de pérolas?
Hanuman clarificou: Meus Deuses o Senhor Rama e Sita ficam em todos os lugares, em todo vivo e coisas mortas. Eles estão também dentro de meu coração. O que você deseja ver para você? Os santos pediram prova. Hanuman fechou os olhos dele e rezou com devoção profunda. Shri Ram.. Jai Ram.. Jai Sita Ram...

Então, com as suas mãos fortes, ele bateu no seu tórax e abriu o peito e lhes mostrou as imagens de Senhor Rama e Sita impressas lá!
Os santos descobriram maravilhas com este milagre.
Eles estavam extremamente contentes com devoção de Hanuman para Senhor Rama.
De acordo com os textos Védicos ele foi um personagem de muita influência no épico milenar Ramayana, onde lutou com os exércitos de demônios que assolavam a ilha de Sri Lanka, hoje conhecida como Ceilão. Hanuman – o rei dos macacos – resgatou a princesa Sita das garras do poderoso rei-demônio Ravana, que queria conquistar todo o céu. Hanuman ficou conhecido por sua inigualável força, sua coragem, sem limites, sem lealdade e eterna devoção ao rei Ramachandra – a reencarnação de Vishnu (o sustentador do universo) que atuou como um rei perfeito.

Às Vezes ele pode ser visto abrindo o próprio peito para mostrar que Sita e Rama realmente residem em seu coração. Ele pode ser visto também carregando uma enorme montanha na qual existiam as ervas necessárias para salvar Lakshmana, o irmão do rei Rama, que tinha sido ferido em combate. As lendas dizem que Hanuman possuía vários poderes místico tais como tornar-se gigantesco ou minúsculo e voar como o vento. Ele é o filho de Vayu – o deus do vento, o ar da respiração e um dos deuses principais dos planetas superiores.
Hanuman é o deus da casta dos Kshatryas (guerreiros e admiradores).
Representa muita força e coragem nas batalhas da vida.
Os indianos fazem pojas pra o Lord Hanuman para conseguir coisas dificies: emprego, boas promoções, vistos, solução de um problema enfim batalhas que Lord Hanuman ajuda com coragem e sabedoria aos que os procuram...
Sri Hanuman, a sua cabeça de macaco normal.
Hanuman, o deus-macaco, é intitulado Chiranjeevi (de vida eterna). Ele é forte, valoroso e possui vários poderes e habilidades. Ao mesmo tempo, ele é sábio e um grande iogue (praticante da yoga). Possuía um único pensamento: servir a seu senhor Rama com extrema devoção e humildade. Ele é conhecido por vários nomes: Hanuman, Anumandhayya, Aanjaneyalu, Anjaneya (por ser o filho de Anjana), Maruthi (filho de Vaayu - no Maharashtra), Anumandhan, Vaayunandhan, Kesarinandhanan, Aadhitasishyan e Siriya Thiruvadi (por ter sido o servo de Rama). Ele é adorado nos templos como Bhaktha Hanuman ou Veera Hanuman. Como Bhaktha Hanuman, ele é visto com as duas mãos juntas, postas em oração. Como Veera Hanuman, aparece com seu cetro em uma mão e o sanjeevi Parvatham na outra. Sua vida: Hanuman, ou Anjaneya, é o filho da devta Anjana, que, há tempos, fora uma dama celestial, que nascera como uma mulher-macaca em decorrência de uma maldição. Anjana vivia alegremente com seu esposo Kesari. Quando o rei Dasaratha executou um ritual pedindo por mais descendentes, encontrou uma jarra de payasam (espécie de pudim) entre as chamas da fogueira que acendera. Suas esposas dividiram entre si a iguaria, e assim deram à luz a Rama, Lakshmana, Bharatha e Shatrugana. Uma porção da iguaria também foi levada pelo deus dos ventos, Vaayu (ou Vayu), e acabou nas mãos de Anjana, que teve um filho forte e adorável. Sendo Vaayu o responsável pela chegada do payasam às mãos de Anjana, ele também é considerado o pai de Hanuman. Hanuman cresceu como um rapaz valente e travesso. Ele podia correr tão rápido como o vento. Confundindo o Sol com uma fruta, voou pelos céus para alcançá-lo (tamanha era a sua força de vontade, mesmo quando criança). Indra, transtornado por tal comportamento, acertou Hanuman com seu raio (Vajraayudham). Vaayu chateou-se porque seu filho fora atacado e parou os ventos. O mundo inteiro passou a viver um caos. Todos os deuses ofereceram várias dádivas poderosas a Hanuman, tornando-o mais poderoso e invencível que anteriormente. Vaayu Bhagavan contentou-se, e tornou a seu trabalho, liberando os ventos. Hanuman estava causando problemas para os rishis e para as demais pessoas, sem se dar conta de quão grande era agora o seu poder. Os rishis furiosos, então, o amaldiçoaram: ele não mais se recordaria dos próprios poderes até que alguém o lembrasse destes. Isso o fez aquietar-se, e ele começou então a estudar com os rishis. Ele quis aprender com Surya, que viaja eternamente. O poderoso Hanuman viajou velozmente com Surya, aprendendo com ele todas as escrituras. Concordou, posteriormente, em servir ao filho de Surya, Sukriva. Depois, acabou tornando-se um confiável e valoroso ministro de Sugreeva, um rei macaco. Hanuman teve um papel muito importante no grande épico Ramayana. Quando Rama foi banido de seu reino (Ayodhya) por sua mãe Kaikeyi, teve de partir para a floresta, acompanhado pela esposa Sita e pelo irmão Lakshmana. Sugreeva, com seu exército e Hanuman, escondia-se de seu irmão Vaali naquela mesma floresta. Lá Hanuman encontrou Rama, a quem desde então jamais deixou. Quando Sita foi raptada por Ravana, um rei-demônio, Hanuman voou por todo o mundo até encontrá-la. Ele tornou-se o mensageiro da paz na corte de Ravana. Ajudou Rama a atravessar o oceano, construindo uma ponte. Durante uma guerra, voou para buscar a montanha Sanjeevi, repleta de ervas medicinal, para reviver Lakshmana, que havia caído em batalha. Quando o vitorioso Rama retornou a Ayodhya e foi coroado rei, Hanuman continuou a servi-lo. Hanuman aparece também no épico Mahabaratha, aliando-se aos Pândavas na guerra contra os Káuravas. Ele estabilizou e protegeu a carruagem de Arjuna, estando presente no estandarte preso ao veículo. Ele foi, assim, honrado por presenciar a grandiosa vitória do pupilo de Krishna na guerra dos Bharathas.
Hanuman ficou conhecido por sua inigualável força, sua coragem, sem limites, sua lealdade e eterna devoção ao rei Ramachandra – a reencarnação de Vishnu (o sustentador do universo) que atuou como um rei perfeito.

Ele é o filho de Vayu – o deus do vento, o ar da respiração e um dos deuses principais dos planetas superiores.
Hanuman é o deus da casta dos Kshatryas (guerreiros e admiradores).

Representa muita força e coragem nas batalhas da vida.

Os indianos fazem pujas para o Lord Hanuman para conseguir coisas difíceis: emprego, boas promoções, vistos, solução de um problema, enfim batalhas que Lord Hanuman ajuda com coragem e sabedoria aos que os procuram...
Ele é um Deus bastante cultuado e em todos os templos onde haja alguma estátua de Vishnu, outra de Hanuman é posta também. Dentro do culto aos Deuses Hindus, Hanuman é considerado a única divindade que pode ser adorada em casos de problemas com espíritos malignos, desde demônios a poltergeists e, por isso, dizem que a área ao redor dos templos de adoração a Hanuman são protegidos contra esses seres. Muitos ídolos de Hanuman são encontrados em estradas, pois se afirma que proteja contra acidentes. Hanuman é adorado também como guardião das fronteiras pelo povo de forma geral, como um asceta pelos iogues e como o Deus da Força pelos lutadores.
Hanuman é representado de duas formas: Bhaktha Hanuman e Veera Hanuman. Como Bhaktha Hanuman é visto com as duas mãos juntas em oração e como Veera Hanuman é visto com o cetro em uma mão e a montanha Sanjeevi Parvatham na outra. Seus símbolos são o Parashu (machado indiano de batalha), o Khanda (espada reta de dois gumes), o Chakram (uma arma de arremesso), o dhaalam (escudo), o gada (maça), o trishula (tridente), a kumbha (cerâmica indiana), o katar (adaga com punho em formato da letra H), o chicote de ferro e um prato cheio de sangue. É cultuado no dia 15 do mês de Chaitra num festival de nome Hanuman Jayanti sendo esta uma celebração muito importante, pois Hanuman é invocado como a força e a energia por poder transmutar sua forma e pela sua devoção a Rama. Também, todas as terças-feiras e sábados, seus devotos fazem um jejum e dão ofertas especiais ao Deus pedindo Suas bênçãos. É um Deus extremamente calmo, educado e sensato, apesar de também adorar fazer travessuras, brincadeiras e aventuras.
Mantras de Hanuman
Mantra Simples:

Om ham hanumate namah
Propósito: Este poderoso mantra curativo traz uma saúde radiante. Estimula o sistema imunológico e é especialmente bom para os pulmões e para comunicação. Sua tradução literal é “Saudações para Senhor Hanuman”.
Associações:
É deus: das causas dificeis, do vento, travessuras, coragem, força, vitalidade, prama, servidão a deus.
Cores: branco, azul, amarelo, verde.
Oferendas: imagens de macacos, meditação com ele, mantra, jejum, incenso.
Bem espero que tenham gostado de conhecer um pouco sobre essa divindade linda que é Hanuman.
Que os deuses lhe abençoem!

Raffi Souza.