06 abril 2015

Magic Dracon

Magic Dracon

 Afinal o que é a Magic Dracon, ou Magia dos Dragões? É sobre isso que vim falar, começarei explicando o contexto básico sobre.
A Magia dos Dragões consiste principalmente na magia utilizando a energia dos dragões, mais isso é a forma, mas “bruta” de disser o que é a magia com Dragões!
Afinal o que é um Dragão? Para alguns são seres gigantescos e terríveis, que roubam gados e vivem em montanhas cheias de ouro, para outros nada mais é que seres de sabedoria infinita, capaz de nos auxiliar. A melhor definição para dragão é: Guia espiritual, ou ate mesmo “guardião da sabedoria”.
Muitos ainda temem os dragões graças aos filmes ou livros que o colocam como seres malignos, que destroem civilizações e tentam matar o “herói” do filme, serie.
Os Dragões são seres mágicos, que vivem no mundo espiritual assim como as fadas, gnomos, silfos, ondinas e todos os outros seres mágicos! Dragões vivem nesse mundo, mais nada nos impede de entrar em contato com eles, claro com muito trabalho e esforço.
Aqueles que estão querendo iniciar sua pratica com os dragões ou começar a Dracon Magic, minha dica é: estude, crie, estude, e paciência! Isso mesmo, para entrar em contato com esses seres tão poderosos, precisamos estudar muito, e ter paciência, pois eles não iram aparecer logo de cara!
Os dragões podem ser muito seletivos, ou seja, eles só se mostram a quem chama a atenção dele, para isso você pode e deve chama-los toda vez que for fazer um ritual, meditação, oferendas e ate no seu dia a dia, os dragões gostam de ser lembrados.
Quantos Dragões existem e onde vivem? Vários, eles vivem em vários lugares, desde as montanhas ate o fundo dos lagos, existem nomes específicos e às vezes (boa parte deles) uma aparência especifica que seriam:
Dragões montanheses: dragões das montanhas, geralmente é um dragão grande, com a cor marrom escuro ou cinza.
Dragões dos lagos: dragões menores e que vivem em lagos de água pura e cristalina (com uma boa profundidade) eles são de cor azul clara, e ate pacifistas.

Dragões de fogo: dragões que vivem em vulcões, eles tem coloração vermelha, ou tem ate mesmo fogo pelo seu corpo.
Dragões do ar: representado ou na cor branca ou um cinza, o mesmo cinza que o céu assume antes de chover, eles viveriam nos céus, pousando nos picos das montanhas apenas para descansar, ou ate mesmo morar.
Esses são alguns, e podem mudar de pessoa para pessoa, então se esta pensando em começar a praticar e conhecer eles estude e muito.
Dragões tem um lado “negro”? Sim, os Dragões são muitos orgulhosos, não se deve tratar um dragão como um bichinho de estimação, eles gostam de ser lembrados como seres poderosos, e não como animais de estimação!
Isso é o básico, deixo novamente a dica principal: estude! Esse é o primeiro passo para a magia com os dragões, espero que tenha ajudado, e já sabem qualquer coisa é só perguntar!


Raffi Souza

05 abril 2015

Páscoa e os rituais pagãos

Páscoa e os rituais pagãos


A Páscoa cristã celebra a ressurreição de Jesus Cristo. É o dia santo mais importante da religião cristã. Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera.
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes.
Ovos de Páscoa pintados representam a fertilidade das deusas lunares
De fato, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa.
Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus.
Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade.Um ritual de passagem, assim como a “passagem” de Cristo, da morte para a vida.
Ostara -Cultos pagãos que deram origem a Páscoa, entre os costumes pintar ovos e o símbolo era a lebre e não o coelho
Na Páscoa, é comum a prática de pintar ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas.
Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substituídos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia.


Portanto, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos. Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica.
A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e não o coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada.
A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs.
Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou, novamente, o planeta Vênus). É uma deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Shabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.
Feliz Páscoa!

04 abril 2015

Baldur

Baldur


Balder ou Baldur (em nórdico antigo: Balðr), também citado como Baeldaeg (n. 243) em algumas fontes históricas,  é uma divindade da mitologia nórdica. Segundo algumas fontes, este deus seria filho de Odin e Frigga, segundo outras seria apenas um "protegido" destes. Era, em qualquer dos casos, uma divindade da justiça e da sabedoria, e embora não pertencesse ao núcleo de deuses superiores, Aesir, era-lhe permitida a permanência em Asgard.
Balder é marido da bela Nana, uma deusa benevolente e bela, que se atirou em sua pira funerária para habitar em Hel com seu marido. São pais de Forseti, uma divindade da justiça, que alguns dizem presidir as Things (assembleias dos homens livres).
Balder disseminou a boa vontade e a paz em todos os lugares que visitou, o que fez dele um dos deuses mais amados. Sua popularidade e bondade inata atraíram a ira de Loki.
Um dia, Balder passou a ser atormentado por estranhos pesadelos, um sinal de sua morte iminente, e isso acabou perturbando todos os deuses. Depois de muito investigar, Odin descobre das völva (sereias feiticeiras do submundo) o destino de Balder e toma algumas precauções para evitá-lo, enviando Frigga com a missão de obter um juramento de todos os seres vivos e não vivos de que jamais fariam mal a Balder. Porém, Loki se disfarça de mulher e tem uma conversa com Frigga, descobrindo que de todos os seres, apenas uma pequena planta, o visco, não prestara o juramento, pois Frigga a julgara pequena e inofensiva por esta ser ainda muito jovem.


Aconteceu então uma festa em que todos os deuses se divertiam atiravando toda sorte de coisas em Balder, as quais sempre se desviavam de seu alvo. Havia um, porém, que não participava da brincadeira,Hodr (ouHod), o irmão cego de Balder. Loki, disfarçado, pergunta a Hod por que ele também não participa da festa, e este responde que não sabia em que direção atirar. Aceitando a sugestão de Loki, Hod atira uma flecha feita de um ramo de visco no coração de Balder, que no mesmo instante cai morto.
Frigga pede para Hermodr ir ao submundo trazê-lo de volta. Hela concorda, com a condição de que todos os seres vivos derramassem uma lágrima por Balder. Mas a tentativa é novamente frustrada por Loki, que disse que não o faria. Dessa forma, Balder não pôde ser ressuscitado.

Não obstante, esperava-se que Balder retornasse após uma grande catástrofe mundial (o Ragnarok) e governasse um mundo novo. A semelhança dessas expectativas pode ter ajudado na difusão inicial do cristianismo entre os nórdicos.