27 setembro 2015

Ostara a Deusa da primavera!

A deusa da primavera Ostara


 Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Perséfone. Os pássaros estão cantando, as árvores estão brotando. Surge o delicado amarelo do Sol e o encantador verde das matas. A celebração de Ostara comemora a fertilidade, um tradicional e antigo festival pagão que celebra o evento sazonal equivalente ao Equinócio da primavera.
 A Lenda de Ostera ou Eostre
Ostera tinha uma especial afeição por crianças. Onde quer que ela fosse elas a seguiam e a deusa adorava cantar e entretê-las com sua magia. Um dia, Ostera estava sentada em um jardim com crianças quando um amável pássaro voou sobre elas e pousou na mão da deusa. Ao dizer algumas palavras mágicas, o pássaro se transformou no animal favorito de Eostre, uma lebre. Isto encantou as crianças.
Com o passar dos meses, elas repararam que a lebre não estava feliz com a transformação porque não podia cantar nem voar. As crianças pediram a Eostre que revertesse o encantamento. Ela tentou de todas as formas, mas não conseguiu desfazer o encanto. A magia já estava feita e nada poderia revertê-la. Eostre decidiu esperar até que o inverno chegasse, pois nesta época seu poder diminuía. Quem sabe quando a primavera retornasse e ela fosse de novo restituída de seus poderes, pudesse ao menos dar alguns momentos de alegria à lebre, transformando-a novamente em pássaro, nem que fosse por alguns instantes?
A lebre assim permaneceu até que, então, a primavera chegou.
Nessa época os poderes de Eostre estavam em seu apogeu e ela pôde transformar a lebre em pássaro novamente, durante algum tempo. Agradecido, o pássaro botou ovos em homenagem a Eostre.
Em celebração à sua liberdade e às crianças que tinham pedido a Eostre que lhe concedesse sua forma original, o pássaro, transformado em lebre novamente, pintou os ovos e os distribuiu pelo mundo. Para lembrar às pessoas de seu ato tolo de interferir no livre-arbítrio de alguém, Eostre entalhou a figura de uma lebre na lua, que pode ser vista até hoje.
Segundo a Lenda, Eostre encontrou um pássaro ferido na neve. Para ajudar o animalzinho transformou-o em uma lebre, mas a transformação não se processou completamente e o coelho permaneceu com a habilidade de colocar ovos. Como agradecimento por ter salvado sua vida, a lebre decorou os ovos e levou-os como presente para a Deusa Eostre. A Deusa maravilhou-se com a criatividade do presente e, quis então, compartilhar sua alegria com todas as crianças do mundo. Criou-se assim, a tradição de se ofertar ovos decorados na Páscoa, costume vigente em nossos dias atuais.
Os ovos são símbolos de fertilidade e vida. Uma tradição antiga dizia que se deveriam pintar os ovos com símbolos equivalentes aos nossos desejos. Mas, sempre um dos ovos deveria ser enterrado, como presente para a Mãe Terra.
A Lebre da Páscoa era o animal sagrado da nossa deusa teutônica da Primavera, Eostre, a Deusa Lunar que dava fertilidade a terra e tinha cabeça de Lebre. A palavra inglesa para Páscoa, Easter, provém do nome da deusa Eostre, também designada Ostara ou Eostar. O dia do culto de Eostre, a Páscoa (Easter), que ainda é praticado pelos seguidores da tradição celta, é no primeiro Domingo depois da primeira Lua Cheia, após o equinócio da Primavera, ocorrendo entre os dias 19 e 22 de Março.
A Lebre, que é o animal sagrado da deusa da Primavera, é assim, por isso, um símbolo de fertilidade, de renovação e do regresso da Primavera.
Dizia-se, no século XVIII (e ainda hoje em algumas regiões), que quem comesse carne de lebre seria belo durante sete dias. Nos Vosges, era necessário comê-la durante sete dias seguidos.
Eoster também é uma Deusa da Pureza, da Juventude e da Beleza. Era comum na época da Primavera recolher orvalho para banhar-se em rituais. Acreditava-se que o orvalho colhido nesta época do ano estava impregnado com as energias da purificação e juventude de Eostre, e por isso ti
Na tradição da Religião Antiga a Páscoa anuncia o fim do inverno e a chegada da primavera.
Muito antes de ser considerada a festa da ressurreição de Cristo, a Páscoa representa a passagem de um tempo de escuridão para outro de luz, isto já muito antes de ser considerada uma das principais festas cristãs.
A palavra 'páscoa' significa passagem, e acontece no equinócio de primavera (ou vernal) para o hemisfério norte, que ocorre no dia 20 ou 21 de março e, no sul, em 22 ou 23 de setembro. É o período que a luz do dia e da noite tem a mesma duração. De fato, para entender o significado da Páscoa cristã, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar dos antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa.

Ostara gosta de verde e amarelo, cores da natureza e do sol. O Domingo de Páscoa é determinado pelo antigo sistema de calendário lunar, que coloca o feriado no primeiro Domingo após a primeira lua cheia ou seguindo o equinócio.

É Deusa da: primavera, fertilidade, alegria.

Cores: verde, azul claro, cores alegres (menos vermelho, preto e cores escuras).

Vela: verde.

Oferendas: ovos de páscoa, ovos, imagens de lebres ou coelhos.

Espero que tenham gostado de conhecer sobre Ostara, e que ela abençoe a todos!
Raffi Souza.

21 setembro 2015

Como Meditar !!!


A palavra meditação vem do latim meditare, que significa "voltar-se para o centro no sentido de desligar-se do mundo exterior" e "voltar a atenção para dentro de si". Em sânscrito, é chamada dhyana e é obtida pelas técnicas de dharana (concentração). Na língua chinesa, dhyana tornou-se Ch'anna, termo que sofreu uma contração e tornou-seCh'an (Zen, em japonês). Em páli, é jhana. Significa "concentrar intensamente o espírito em algo". Outro termo em páli também utilizado para referir-se a meditação é bhavana, que significa 'cultivo'



A definição de meditação pode variar de acordo com o contexto em que se encontra, variando de qual religião tem origem ou se é usada de maneira secular. Algumas distintas definições que normalmente são usadas para meditação são:
um estado que é vivenciado quando a mente se torna vazia e sem pensamentos;
prática de focar a mente em um único objeto (por exemplo: em uma estátua religiosa, na própria respiração, em um mantra);
uma abertura mental para o divino, invocando a orientação de um poder mais alto;
contemplação da realidade e seus aspectos (como a impermanência, para os Budistas)
desenvolvimento de uma determinada qualidade mental, como energia, concentração, plena atenção, bondade, etc (mais comum em meditações budistas) 
Ainda que algumas definições de 'meditação' usadas por diferentes religiões pareçam bem diferentes e até mesmo contraditórias, todas elas apontam para uma realidade interior mais profunda e o desenvolvimento/compreensão desta realidade.

Objetivos
A meditação pode ser praticada por diversos motivos: desde o simples relaxamento até a busca pelo nirvana. Muitos praticantes da meditação têm relatado melhora na concentração, consciência, autodisciplina e equanimidade.

Os objetos utilizados para o foco na meditação podem ser desde a chama de uma vela até a natureza do próprio corpo.  Mantras são um objeto de meditação muito comum, como por exemplo os mantras utilizados no hinduísmo, e até mesmo a recitação do rosário na tradição cristã pode ser considerada uma forma de meditação com mantra.

Postura
A meditação pode ser realizada em todas as posturas, seja deitado, sentado, em pé ou andando variando pelo contexto onde é ensinada. A posição sentada é adotada normalmente por ser considerada a mais fácil, onde o corpo se encontra em repouso mas ainda alerta. A famosa 'Posição de lótus completo' (o pé esquerdo apoiado sobre a coxa direita e o pé direito apoiado sobre a coxa esquerda.) se difundiu muito como sinônimo de meditação por ser usada no ioga como uma posição ideal de meditação, onde mantém o corpo estável, sendo entretanto difícil de alcançar. Inúmeras posições de meditação podem ser usadas como de joelhos, meio-lótus, birmanesa, etc.
Para a meditação em pé existem métodos que vêm conquistando grande aceitação no ocidente, como a meditação feita em pé conhecida como zhan zhuang, que, devido a sua simplicidade e eficiência, é muito praticada na China e Europa. Ele é facilmente executado por pessoas com pouca flexibilidade e dificuldades nos joelhos e coluna, melhorando inclusive a postura. Facilmente praticada em qualquer local, é um excelente método procurado por muitos praticantes de artes marciais experientes ou mesmo iniciantes. Esta prática é muito efetiva na redução do estresse.

Duração :Na tradição budista theravada (Teravada (em pāli: थेरवाद, theravāda; em sânscrito: स्थविरवाद, sthaviravāda), literalmente "Ensino dos Sábios" ou "Doutrina dos Anciões", é a mais antiga escola budista. Foi fundada na Índia) é comum encontrar prática da meditação andando, que é vista como uma postura onde se desenvolve concentração em movimento, energia para a mente e vitalidade para o corpo.

Normalmente não há um tempo mínimo preestabelecido. Pode-se iniciar com um período de poucos minutos e, conforme se aperfeiçoa, esse tempo pode aumentar até para horas, dias, ou em casos excepcionais, até meses, como foi o caso de Palden Dorje. É importante ressaltar que a frequência da prática também influencia muito os resultados.

Como meditar

A Meditação - como meditar
Nesta lição aprenderemos de uma forma bem simples e objetiva o que é a meditação, como fazer a meditação e quais os enormes benefícios que podemos ter praticando-a regularmente. 

Na lição anterior vimos algo sobre o que é o despertar da consciência, e as grandes diferenças que existem entre ter a consciência desperta e adormecida. 
Vimos também que os meios efetivos para o despertar da consciência são a prática da morte psicológica e da meditação. 
Aqui está então o principal objetivo de praticarmos a meditação: despertar nossa consciência, o que por si só nos faz pessoas totalmente diferentes do que somos, com diferentes capacidades, objetivos e percepções. 

A prática da meditação remonta a tempos antiquíssimos e está representada em todas as grandes religiões do mundo como o budismo, hinduísmo, cristianismo, sufismo, judaísmo, taoísmo, etc.


Como praticar a meditação.
Primeiramente devemos escolher um local silencioso, arejado e limpo. O quarto de dormir é o ideal. 
Depois devemos nos acomodar em uma posição confortável, na qual seja possível permanecer por um bom tempo sem se mover. 
Pode-se se sentar com as pernas cruzadas ao estilo oriental ou deitar-se com a barriga para cima, as pernas esticadas e os pés unidos. 


Feito isso, iremos utilizar o método descrito abaixo e passar a fazer a meditação propriamente dita. 
Ao praticar a meditação entenda que seu único objetivo deve ser silenciar a mente, parar com sua agitação e com a sucessão de pensamentos que normalmente ocorre. 
Quando se consegue alcançar o silêncio absoluto da mente, ou seja, a ausência total de pensamentos, é que experimentamos o Vazio Iluminador, o êxtase místico, a liberdade da alma. 
Quanto mais se pratica a meditação mais a mente vai se aquietando, e mais perto estaremos de alcançar o Vazio Iluminador. 

Não se preocupe em saber como deve ser o Vazio Iluminador ou qualquer coisa do tipo. Concentre-se apenas na técnica de meditação que você estiver fazendo. 
Seu objetivo deve ser apenas silenciar a mente, nada mais. O demais virá por acréscimo. 

A mente é como um animal selvagem que precisa ser domado para obedecer. 
Inclusive isto é simbolizado na passagem bíblica na qual o grande mestre Jesus entra em Jerusalém montado sobre o asno, o burrico. 
Se quisermos entrar na Jerusalém celestial, nas dimensões superiores da natureza, devemos montar, domar e controlar o asno, ou seja, a mente.


Os Koans.

Um koan é uma frase enigmática que tem como objetivo propor um problema à mente que ela não consegue resolver. 
Dessa forma fazemos com que a mente se canse procurando uma resposta que ela não pode encontrar, uma vez que a resposta para um koan está além da mente, em um nível superior. 
Conforme a mente vai se cansando ela vai também se aquietando até ficar em completo silêncio. 

Esse é o objetivo do koan: silenciar a mente e ao mesmo tempo atrair levemente o sono. 
Quando adormecemos, mesmo que por um breve instante, com a mente em silêncio, é que vivemos a experiência mística. 
Pode-se escolher um dos seguintes koans para praticar a meditação: 

"Quem é aquele que está só no meio de dez mil coisas?" 
"Se tudo se reduz à unidade, a que se reduz a unidade?" 

Também podemos usar um outro koan para fazer a meditação, nos concentrando e imaginado a seguinte situação: 
Existe um profundo abismo e na beira deste uma grande árvore está plantada. Essa árvore possui um longo galho que cresceu de tal forma que sua ponta se projetou vários metros sobre o abismo. 
Agora imaginamos que na ponta deste galho está amarrada uma corda e na outra ponta da corda está você, com as mãos e pés firmemente amarrados de forma que é impossível soltá-los, e apenas se segurando à corda com os dentes. 
Então pergunte à mente: 

"Como faço para sair vivo desta situação sem nenhuma ajuda?" 

Então o que fazemos é lançar qualquer uma dessas perguntas à mente e ordenar que responda. 
Depois de lançar o koan para a mente responder deve-se concentrar esperando a sua resposta, como se estivesse olhando dentro da mente à espera da resposta que ela está obrigada a trazer. 
Dessa forma, mantemos a mente “pressionada” a trazer a resposta até ela ir se cansando e ficando em silêncio. 

A mente é claro, tenderá a não obedecer, a trazer respostas erradas (pois ela não conhece a resposta para um koan) ou desviar para outros pensamentos. 
Por isso deve-se insistir para que ela obedeça e traga a resposta para o koan. 

Se a mente insiste em desviar para outros pensamentos seja imperativo com ela dizendo mentalmente: Fora! Não é isso que estou procurando! 
Em seguida volta a se concentrar esperando a resposta. 

Lembre-se: qualquer resposta trazida pela mente estará errada, pois ela jamais pode conhecer algo que está além dos afetos e da mente. 

Cada pessoa deve fazer a meditação (ou qualquer outra prática) respeitando seus limites, ou seja, começar praticando por pouco tempo e, gradativamente, ir aumentando o tempo da prática. 
Se forçar a concentração por longo tempo logo de início, pode ser que ocorram dores de cabeça ou mesmo tontura. 

É importante que se pratique essas técnicas de meditação com continuidade, preferencialmente todos os dias, pois é dessa forma que se obtêm resultados.


02 setembro 2015

A Deusa da Aurora: Eos!

A Deusa da aurora Eos!

Eos (em grego, Ἠώς – Êôs, 'aurora') é a deusa grega que personificava o amanhecer. Filha de Hiperião e Teia é a irmã da deusa Selene, a lua, e de Hélio, o sol.
A aparência de Eos é de uma jovem sonhadora, com cabelos longos e claros, dotada de asas, muitas vezes parecendo calma e serena.
Eos é a Deusa do amanhecer que todas as manhãs antecede o seu irmão Hélios e com os seus dedos rosados afasta a escuridão e a neblina matinal e anuncia a chegada do irmão. Depois acompanha o irmão no seu percurso. Isto fê-la ser identificada, e mais tarde fundida, com Hemera, a Deusa do Dia, sendo Hemera usado como seu epíteto.
Finalmente, anuncia a chegada do seu irmão ao Oceano, assemelhando-se a Hespéride, sendo a última a desaparecer no céu, o pôr-do-sol. Eos cavalga vestida de açafrão, o seu carro puxado pelos cavalos Lampos e Faetonte.

Ela é a Deusa alada filha de Hipérion e Theia, irmã de Hélios, carregador do Sol, e Selene, a Lua. É a mãe dos Ventos e das Estrelas, entre muitos outros filhos resultantes das suas inúmeras paixões. De facto, Afrodite persegue-a e amaldiçoou-a, fazendo-a apaixonar-se por muitos mortais.
A zanga de Afrodite resulta de um dia ter encontrado a Deusa no leito com Ares. Primeiro Oríon, depois Céfalo, Clito, Ganimedes... No entanto é casada com o titã Astreu e foi com ele que teve os Ventos e as Estrelas.
Quando raptou Ganimedes, raptou também o irmão Títon. Depois Zeus roubou-lhe Ganimedes e ela pediu então que o Deus concedesse  a imortalidade a Títon. Esqueceu-se, no entanto, de pedir a juventude eterna e Títon foi envelhecendo cada vez mais e Eos acabou por o trancar no quarto, onde ele se transformou numa cigarra. Já a irmã, Selene, não se esqueceu de pedir a juventude eterna para Endímion, um dos seus amantes, mas este foi colocado num sono eterno.

O seu nome romano é Aurora e o seu culto, tanto quanto sei, está associado ao de outros Deuses, nomeadamente ao de Hélios e de Zeus, também chamado Dios, de onde derivou a nossa palavra "dia".

Eos vem para gente de alguns modos bem singelos, quando essa deusa surge na nossa vida ela mostra que precisamos de um “novo dia” ou seja, um novo começo, afinal quem melhor que “Aquela que traz os Dias” para representar nosso novo começo?
Eos como já foi dito é irmã de Selene a Lua, e Helio o Sol, mesmo depois dos seus irmãos serem “trocados” por Ártemis e Apolo, Eos continuou com seus encantos, sempre trazendo o dia e a Noite.
Eos teve inúmeros casos amorosos, e deles vieram muitos filhos, tanto divinos como mortais, temos os Ventos: Zefiro, Eolo, Notus, Boreas com Astreu e A Deusa teve ainda um filho com Céfalo, Faetonte (Phaeton) que foi levado por Afrodite para ser guardião de seu templo. 

“oração a Eos
Ôh Eos, Deusa dos começos,
Venha com suas luzes iluminar meu dia,
Eos, deusa que abre os céus para seu irmão Helio,
Venha e abra os portões do meu dia,
Peço-lhe que derrame suas benções em mim,
Grande Deusa do amanhecer,
Acalme minha mente, e me proteja,
Que assim seja”.

É Deusa: do amanhecer, do entardecer, das estrelas, Mãe dos ventos, dos novos começos.
Cores: laranja, vermelho, amarelo, cores do amanhecer.
Velas: laranja, amarela.
Oferendas: observar o nascer do sol, ouvir os pássaros e cigarras, imagens da deusa, vinho.
Bem é isso, espero que tenham gostado, e que Eos abre seus caminhos!
Raffi Souza