04 junho 2015

Deusa das águas Brasileiras: Iara

Deusa das águas Brasileiras: Iara



Iara antes de ser sereia, era uma índia guerreira, a melhor de sua tribo. Seus irmãos ficavam com inveja de Iara, pois só ela recebia elogios de seu pai, que era pajé da tribo e enxergava as qualidades que ela possuía. Um dia eles resolveram tentar matá-la. De noite quando Iara estava dormindo, seus irmãos entraram em sua cabana, mas como Iara tinha a audição aguçada, os ouviu e teve que matá-los para se defender e, com medo de seu pai, fugiu. O então pajé propôs uma busca implacável por Iara. E conseguiram pegá-la. Como punição Iara foi jogada bem no encontro do rio Negro com Solimões. Os peixes a trouxeram à superfície e de noite, a lua cheia a transformou em uma linda sereia, de longos cabelos negros, brilhantes e sedosos além de olhos verdes da cor das matas, com uma voz divina e uma beleza que enfeitiçava a todos que a vissem. Iara era, segundo outros, a deusa dos peixes
Iara ou Uiara (da linguagem dos índios, 'y-íara', significa "senhora das águas" ou "aquela que vive na água") ou simplesmente, Mãe-d'água, segundo o folclore brasileiro. É uma linda sereia e costuma banhar-se nos rios, cantando uma melodia irresistível. Os homens que a veem não conseguem resistir a seus encantamentos e pulam nas águas. Ela então os leva para o fundo...
A Iara é um dos mitos mais conhecidos e também dos mais confundidos da região amazônica. Geralmente as pessoas acham que a Iara é uma mulher loira, de olhos azuis e a parte inferior do corpo em forma de peixe. Há muitas divergências quanto à forma da Iara. Dizem até que não se sabe se ela é morena, loira, ruiva ou até mesmo com cabelos verdes, e afirmam que a Mãe D'água, apresenta-se sob diferentes nomes e formas e até mesmo sexo: Iara, Iemanjá, Boto.
O Mito mais conhecido e pode-se dizer o mais correto, relata que a Iara é uma moça bonita, de cabelos demasiadamente longos e negros, que sempre mora nas águas perto das matas. Pode morar no mar, nos rios, nos lagos, nas cachoeiras e nas lagoas. Vez por outra, nas horas mortas da noite, especialmente em noite de luar, canta. Dizem que possuem uma voz tão boa, bonita e tocante que o homem que a ouve morre de paixão por ela. Quando o Homem se apaixona por ela, ele é levado ao fundo das águas (mar, rio, cachoeira, lago ou lagoa) e é devorado pela Iara. Os que conseguem sobreviver voltam assombrados, falando em castelos, séquitos e cortes encantadas. E é preciso muita reza e pajelança - de um pajé com muita força - para tirá-lo do estado de loucura. Não se entende nada de suas cantigas porque canta em língua indígena. Se a mãe-d'água por acaso um dia morre, sua fonte seca.
Iara foi identificada como Yemanja na umbanda\candomblé, ou uma cabocla irmã da Cabocla Jurema, para os Greco-romanos seria Anfitrite (esposa de Poseidon)
A Sereia Brasileira atende pelo nome de Iara e vive no fundo dos rios, à sombra das florestas virgens. Conta a lenda amazônica que uma noite um índio sonhou com uma bela mulher de cabelos loiros, olhos azuis e pele muito clara. Tal fada estava à entrada de um imenso castelo de cristal recoberto de ouro e safiras de onde vinha uma música celestial. O jovem apaixonou-se à primeira vista e ouviu a linda mulher lhe propor amor eterno. Um dia navegando pelo rio, o índio viu formar-se sobre as águas uma choupana e, por detrás da janela, apareceu a mulher de seus sonhos que lhe sorria. Apaixonado e enfeitiçado foi até a choupana que flutuava sobre as águas. O pai do índio pode ver que o corpo da mulher tinha uma cauda, igual a de um peixe, e que, agarrando seu filho, se jogou na água, mergulhando para nunca mais voltar.Alguns indígenas e caboclos juram já ter visto a Iara, como passou a ser chamada. Em muitos rios e igarapés. A crença neste mito é tão grande, que, pelos lugares em que mora a Iara, segundo a tradição, ninguém tem coragem de passar em determinada hora da tarde. Em algumas ocasiões, comenta-se, ela mostra-se com pernas para logo em seguida transformar-se em sereia. É nesta forma que atrai suas vítimas. Para livrar-se do poder de sedução de Iara, aconselham os indígenas, deve-se comer muito alho ou esfregá-lo por todo o corpo. Numerosas são as lendas em torno de Iara, seus encantamentos e artimanhas. É o mito que mais inspirou poetas brasileiros. José de Alencar, por exemplo, incluiu no romance "O Troco de Ipê" um conto sobre a mãe-d'água, em que figura um palácio de ouro e de brilhantes no fundo do mar. O simbolismo mais conhecido da sereia é o da sedução mortal. Com toda certeza, ela é uma tentadora ("As asa da sereia são o amor de uma mulher, que está pronta a dar e a retomar", escreve Pierre de Beauvais). Mas a paixão inflamável que ela inspira é perigosa, porque provém do sonho e do inconsciente, e por isso é sonho insensato, fantasma irreal. Para preservar-se da paixão ("o amor é cego!"), é necessário, como Ulisses agarra-se à dura realidade do mastro. Sob a influência egípcia, na qual a alma do morto era representada na forma de pássaro com cabeça humana, a sereia se tornou a representação simbólica da alma do morto que falhou em seu destino e transformou-se em vampiro devorador.
Jaguarari, o filho do tuxaua dos Manaus, era belo como as frescas manhãs de sol nas águas do Grande Rio. Tinha a força e a destreza do puma que domina a mata brava, mas muito o excedia na audácia em perseguir a caça e afrontar o inimigo. Quando ele navegava na sua igara (canoa), deslizando sobre as águas silenciosas, que a proa, como a asa de um pássaro, apenas frisava, as graças ariscas, por vê-lo, não fugiam da beira do rio, e os jacamins vinham saudá-lo roçando os peitos no chão. Nas grandes festas com que as tabas dos Manaus, reunidos ao rufar do trocano, celebravam a admissão dos mancebos à fita dos guerreiros, nenhum jovem igualou Jaguarari na altivez do porte, nem na agudez da vista, nem na firmeza do braço. Os velhos o respeitavam, as moças o amavam, os guerreiros o admiravam e nos seus cantos o nome de Jaguarari soava como o daquele que um dia, iria gozar do supremo bem nas Montanhas Azuis, a sonhada Mansão dos Bravos. Quando ao florescer da frondosa mamaurana, a sua igara passava junto do barranco do rio, embaixo da verde ramagem debruçada sobre a corrente, às brisas sacudiam os galhos e derramavam nos negros cabelos do filho de tuxaua uma chuva de flores. Nas tardes purpúreas, quantas vezes a sua canoa, ruborescia pelo poente e tauxiada de sombras esquias de árvores marginais, não subia em demanda da ponta do Turumã, onde se quedava solitário, até ao meio dia!
-"Que pescaria é essa, filho, que se prolonga com as sombras, à hora em que só Anhangá se deleita em correr as terras e as águas? Não ouviste alguma vez a sua voz temerosa trazida pelo vento gemedor? Meu filho, meu filhinho! Anhangá espalha pelo capim rasteiro e pelas folhas dos arbustos as sementes das dores que matam!" Assim falava a pobre mãe do tapuia quando via o filho entrar na habitação paterna há horas mortas, vindo dos lados do rio, e ficar insone, noite adentro, com as pernas pendentes na rede, os cotovelos fincados nos joelhos e os olhos fundos e tristes a olharem, pungentemente, para fora, para o rio, para a noite, para o seio negro da escuridão...
As enternecidas palavras de sua mãe, Jaguarari respondia apenas com um olhar, o olhar daqueles olhos tristes e fundos, onde se sentia a crispação de vertigens das profundezas.
-"Filho, não faz muito tempo, a alegria esvoaçava à flor de teus olhos como as marrequinhas à tona da lagoa. Por que foi ela fazer tão longe de ti e de mim o seu ninho?".
-"Mãe!", murmurava ele apenas, fazendo um vago gesto.
E o seu corpo, que tinha o frescor e a seiva do talo de uma palmeira, murchava sempre; o cupim roaz picava-lhe o coração. Ele acompanhava ainda o tuxaua nas expedições de caça e o seu braço não treme ao rugido do canguçu. Mas, ao cair da tarde, evita os jovens guerreiros que armam laços para prenderem as aves silvestres e foge dos grupos que vagueiam pelas coroas do rio atirando redes de pesca. Sozinho, salta na leve igara e voa até à ponta do Turumã, onde os companheiros o veem de longe, com os olhos fitos no espelho das águas, solitário e tristonho como o meditativo maguari. Um dia, cheia de apreensões funestas, sua mãe exclama:
-"Filho, os juruparis perversos envenenaram o ar que respirar. Acauã (pássaro agoureiro) vem agora cantar à nossa porta. Teu pai quer fazer longe daqui a nova taba para nossa gente. Só assim a ave da alegria voltará a esvoaçar em teus olhos...”.
Depois de profundo silêncio, Jaguarari suspirou:
-"Mãe, eu a vi!... Eu a vi, mãe, boiando em flor como os nenúfares nas águas do igarapé. É linda como a lua nas noites mais claras. Eu a vi mãe! Seus cabelos têm a cor das flores do pau-d'arco e o brilho do sol; suas faces tirando o rosado das penas da colhereira e das flores da sapucaia. Os passarinhos que mais cantam não cantam como ela; ela é bela como nenhum homem das tabas do Grande Rio viu, nem verá. Ela cantava e à sua voz a própria cachoeira do Turumã cessou de roncar e parou, de certo para ouvi-la. Ela olhou para mim, ó mãe, e estendeu-me os braços. Depois, repartiram-se as águas e ela desceu para sua casa, que foi esquecida lá no fundo pelo céu, num tempo não muito longe, quando o céu se estendia como embaixo de nós, a campina matizada de flores, antes de subir e de arquear sobre as nossas cabeças a sua concha estrelada. Mas eu quero vê-la novamente, eu quero ouvir ainda o seu canto!” A tapuia horrorizada clamou:
-"Foge, foge daquele maldito lugar! Nunca mais a tua igara demande à ponta do Turumã. Foge meu filho! Tu viste a Iara! O seu canto é agonia! Foge Jaguarari! É a Iara! De dentro de seus olhos verdes te espia a Morte!”.
“E em soluços a velha tapuia atirou-se por terra”.
No dia seguinte, à hora em que os trocazes aos casais passam alto, fendendo os ares em demanda do pouso da noite, a igara de Jaguarari deslizava nas águas do Rio Negro.
Os mancebos Manaus que o viram passar, disseram:
-"Lá vai Jaguarari pescar tucunaré".
Mas, de súbito, de um grupo de mulheres que lavavam ânforas de barro à beira do rio partiu um grito:
-"Corre gente. Corre, vem ver!”.
Acudiram os jovens e pararam atônitos, olhando a barra o horizonte, fendia as águas com Jaguarari de pé, abertos os braços, como uma grande ave selvagem prestes a desferir o voo. A igara parecia marchar em direção ao sol, a fim de precipitar-se no seu disco abrasado. E ao lado do jovem guerreiro, enlaçando-o como a beijá-lo, surgia num halo de luz argêntea que se destacava no rubor do poente, um corpo alvo, de formas harmoniosas, coroado de longas madeixas de fios de ouro a esvoaçarem.
-"A Iara! A Iara!" - conclamavam, em grito uníssono, os guerreiros e moças dos Manaus para o meio da taba.
E foi a última vez que viram o filho do tuxaua navegar nas águas escuras do rio...
Características: Nesse aspecto, Iara também tem muitas divergências.
Alguns a descrevem como tendo uma cintilante estrela na testa, que funciona como chamariz para atrair o olhar e assim ser facilmente hipnotizado. Quanto à possível forma de peixe da parte inferior da Iara, isto é apenas um vestido, ou melhor, uma espécie de saia, que ela veste por vaidade e para dar a ilusão de ser metade mulher, metade peixe. Confundida ou não com crenças de outras plagas, a Iara até hoje exerce um grande fascínio e maior encantamento nos homens da região.
Pode-se afirmar como sendo a mais "correta", a descrição da Iara com pele morena, olhos verdes e longos cabelos lisos e negros (por ser de origem indígena) e terminando seu corpo com um rabo de peixe. Sua arma de sedução é seu canto, que hipnotiza apenas os homens, quando estes o escutam. Sua aparência é tão deslumbrante, que Iara, nas noites de lua cheia, gosta de transformar-se em humana e caminhar, pelos povoados e cidades próximas, para que admirem sua beleza. Mas só em sua forma de sereia que a terrível morte e loucura afeta os homens.
 Podemos chamar Iara pra: tornarmos-nos sensuais, pra nos amarmos mais, pra acalmar uma situação.



As associações:
É deusa: das águas, dos peixes, dos encantos.
Cores: amarelo, verde-mar, azul.
Velas: azul, verde.
Oferendas: conchas, espelhos, canto, peixes.
Espero que tenham gostado, e que os deuses lhe abençoem!!

Raffi Souza

03 junho 2015

OS MAGOS NEGROS E "O ORAI E VIGIAI"

OS MAGOS NEGROS E "O ORAI E VIGIAI"

Por Mauricio Santini

 


Muita gente já me perguntou se eu conheci algum Mago Negro, encarnado ou desencarnado. 
Eu já tive contatos com alguns ao longo da minha vida. Quando falamos Magos Negros dizemos especialistas em magia mental e natural, não feiticeiros comuns, magicistas ou pseudo-sacerdotes que fazem "trabalhos" de amarração, entre outros. Não cito aqueles que matam animais, fazem barganha com espíritos menores, eu estou dizendo Magos que manipulam energia mental, espiritual e elemental, entre outras. Até tecnologia. 
Certa vez, pela clarividência, eu vi um Mago Negro extremamente compenetrado. Eu os respeito, não pretendo mexer com eles, no entanto, por tabela, a gente acaba metendo a mão nalgum vespeiro. Este Mago, estava ao longe, prometendo me pegar na curva. Ele tinha uma espécie de chapéu com orelhas, estava iluminado a luz de velas e mexia num objeto. Nem olhava para mim, mas me ameaçava com a voz serena e cândida. O cara era bom, sendo mau. Certamente deve ter me prejudicado algumas vezes. Eu não o recrimino e nem o tripudio, ele escolheu um lado da moeda, o das Sombras, eu respeito. Todavia, o meu lado é o da Luz e, por isso mesmo, tenho que saber lidar com as Sombras da melhor maneira possível, porém, sem jogar no mesmo time que ele. 
Estes Magos conseguem manipular energias da natureza como poucos, injetam científicamente bactérias, larvas e vírus astrais na mente e no corpo psicossomático das pessoas, planejam ataques em massa, são estrategistas trevosos, com inteligência acima da média. Políticos, artistas, sacerdotes, e uma série de formadores de opinião são manipulados por eles. Gente com bom nível espiritual cai nas redes dos Magos Negros. 
Não basta uma reza, uma oração, palavras bíblicas para repelir a ação deles, tem que haver muito mais. Tem que haver, em tempo integral, oração, vigilância, probidade, honestidade, amor ao próximo, atitude pacífica, caráter ilibado. Mesmo assim, se dermos algumas brechas...
O que eu quero dizer com este texto é que nunca foi tão preciso utilizar uma das máximas crísticas que podem evitar algum plano escuros: Orai e Vigiai, pensamentos, sentimentos e atitudes. Sempre! Isso é capaz de inibir muito a ação destes verdadeiros profissionais de magia negra.

http://msantini.blogspot.com.br/2011/06/os-magos-negros-e-o-orai-e-vigiai.html

02 junho 2015

O senhor dos deuses: Odin!

O senhor dos deuses: Odin!

Vamos falar sobre o deus nórdico Odin! Muitos o conhecem apenas por causa das histórias contadas em filmes!


Antes de atingir o grau de divindade possuía uma tropa de guerreiros-sacerdotes. Eram chamados de Camisa de Urso ou Pele de Lobo, tinham treinamento xamanístico e usavam cogumelos alucinógenos que visavam alterar o estado de consciência.
Eram homens enormes com barbas e cabelos longos, vestidos com pele de urso ou de lobo, atadas ao corpo por enormes cinturões. Usavam grandes elmos adornados por chifres.
Conta a lenda que o poderoso Odin desejou ser o conhecedor dos mistérios mágicos, para tanto, entregou-se a um ritual de sacrifício ficando pendurando na árvore do mundo, Yggdrasil, de cabeça para baixo, ferido por sua própria lança, durante 9 dias e 9 noites, com fome e sede.
Ao término desse período, avistou os caracteres rúnicos no chão e os recolheu.
Não satisfeito, pediu permissão para beber água na "Fonte do Conhecimento" do Gigante Mimir, não hesitando em entregar em pagamento um de seus olhos.
ODIN era ajudado por 2 corvos: Hugin (Espírito e Razão), e Munin (Memória e Entendimento) que se posicionavam em seus ombros depois de percorrer o mundo durante o dia na busca de novidades para o Grande Deus.
Havia também 2 lobos que ficavam de guarda a seus pés e que se alimentavam de toda carne, inclusive humana, que era ofertada aos Deuses.
Tinha um cavalo lendário Sleipnir, com 8 patas, se locomovendo, rapidamente pelos céus entre a esfera humana e divina
Sua lança Gungnir, presente dos mágicos anões ferreiros, só se detinha após atingir o alvo.
Sentado em um trono onde podia avistar o mundo inteiro, ficava em companhia dos mais valorosos guerreiros mortos em campos de batalha, recolhidos no minuto derradeiro pelas Walkirias (doze virgens aladas com plumas de cisne). Esse exército espiritual do bem se mantinha alerta para entrar em ação por ocasião do Crepúsculo dos Deuses - Ragnarokk- Apocalipse- contra as forças do mal, combate onde a destruição total imperaria, surgindo uma nova raça, passando do planeta de expiação para o planeta de regeneração.
O DEUS Odin, ou Ódin (em nórdico antigo: Óðinn) também chamado de Votan, é considerado o principal deus da mitologia nórdica. Como muitos deuses desta mitologia, Odin, acumula inúmeras funções, tais como: o deus da sabedoria, da guerra e da morte, embora também, em menor escala, da magia, da poesia, da profecia, da vitória e da caça.
Odin morava no palácio de Valaskjálf, que ele construiu para si, localizado em Asgard a terra dos deuses. Sentado em seu trono Hliðskjálf, de onde podia observar o que acontecia em todos os 9 mundos. Durante as lutas utiliza sua lança chamada Gungnir e montava seu cavalo de 8 patas chamado, Sleipnir.
Era filho de Borr e da Jotun ("gigante") Bestla, irmão de Vili e Ve, esposo de Frigg e pai de muitos dos deuses. Tais como Thor, Baldr, Vidar e Váli.
Como deus da guerra, uma das principais funções de Odin, era enviar as Valquírias ( doze virgens aladas com plumas de cisne), para recolher os corpos dos guerreiros, e envia-los para o Valhala, onde participariam de banquetes e lutas constantes (uma espécie de paraíso para os nórdicos).



As associações:
É Deus: dos deuses, oráculos (runas principalmente), da justiça, da guerra, da sabedoria.
Cores: branco, azul escuro.
Velas: azul escura, brancas.
Oferendas: ler runas, lutar, aprender algo novo, meditar com o Deus.
Pra quer trazer Odin na sua vida? Simples para ter mais sabedoria, ter um senso maior de justiça, etc.
Bem é isso espero que tenham entendido, qualquer duvida é só pergunta!


Raffi Souza