05 junho 2018

Hórus!


O deus falcão Hórus!


O deus Hórus é o deus solar dos céus e um dos mais importantes da mitologia egípcia. A imagem de Hórus está associada ao firmamento, e portanto, ele representa a luz, o poder e a realeza.
A partir de 2200 a.C., Hórus é elevado a símbolo do Egito unificado quando vence seu tio numa das batalhas, e o faraó, o rei egípcio, passa a ser tratado como sua encarnação.
Esse deus adorado pelos egípcios é conhecido por vários nomes, os quais mudam conforme os locais de culto. Os mais usados são: Heru-sa-Aset, Her'ur, Hrw, Hr, Hor-Hekenu ou Ra-Hoor-Khuit.
O deus Hórus possui corpo de homem e cabeça de falcão. No entanto, em algumas representações ele tem asas de gavião e, ao invés de uma coroa em forma cônica, em sua cabeça há um disco solar. Na mão esquerda, ele carrega uma chave que simboliza a vida e a morte.
Hórus foi cultuado mesmo antes do período dinástico no Egito. Após o início do período dinástico, sua forma é fundida com a de um ser humano. A partir desse momento, ele passa a ser representado com o corpo de homem e a cabeça de falcão. Isso porque esse animal, adorado pelos egípcios, possui uma visão muito poderosa.
Filho dos irmãos Ísis e Osíris, Hórus foi concebido quando seu pai já estava morto e mumificado. Porém, ele foi ressuscitado por sua mãe, que se transformou num pássaro com poderes.
Seu pai era o deus da vegetação, do além e do julgamento, enquanto sua mãe, a deusa da natureza, da fertilidade e da magia. Antes de seu nascimento, seu pai foi assassinado pelo seu tio Set, deus do caos, que o invejava. Isso porque Osíris governava as terras do Egito e seu irmão, o deserto.
Insatisfeito com isso, Set planeja matar Osíris, e com o sumiço do deus, sua irmã-esposa vai atrás de seu amado. Com medo de que ela encontrasse seu corpo, Set o corta em 14 pedaços e espalha-os pelo Egito.
Determinada a oferecer um enterro digno a seu amado, Ísis percorre todo o Egito e junta 13 pedaços. Entretanto, não encontra o falo (pênis), que fora substituído por um caule vegetal.
Após mumificarem o corpo de Osíris, Ísis se transforma num milhafre, uma ave que lhe concede poderes. Assim, ela consegue copular com seu amado e dessa união surge Hórus.
Quando cresceu, Hórus jurou vingar a morte de seu pai travando diversas batalhas com seu tio que, por fim, foi destronado e morto por seu sobrinho. Após esse episódio, ele tornou-se o governante supremo do Egito sendo responsável por unir o Baixo-Egito e o Alto-Egito.
Em uma das batalhas, contudo, Hórus perdeu visão de um dos olhos. Esse episódio passou a ser usado para explicar que o órgão ferido era, na verdade, a Lua.
Hórus casou-se com Hathor, deusa das festas, do vinho, da alegria e guardiã das mulheres e protetora dos amantes. Ela é representada com a cabeça ou as orelhas de uma vaca.
O olho de Hórus, também chamado de Udyat, é um amuleto que fora usado desde os tempos antigos. Para o egípcios, o olho era o espelho da alma e quem carregasse esse símbolo estava livre do mau olhado.
O olho de Hórus, perdido numa batalha contra seu tio, simboliza o bem que venceu o mal. Por esse motivo, esse talismã representa a luz, a sorte, a prosperidade, a saúde e a força.
Reza a lenda que o poder de Hórus estava distribuído nos dois olhos. Assim, o olho direito representaria o Sol, já o olho esquerdo, a Lua. Nessa perspectiva, o Sol simbolizava o poder e a essência, enquanto a Lua simbolizava a cura.
Atualmente, essa figura que simboliza poder e proteção, é muito escolhida pelas pessoas que querem fazer uma tatuagem.
Hórus (ou Heru-sa-Aset, Her'ur, Hrw, Hr ou Hor-Hekenu) na mitologia egípcia é o deus dos céus. Hórus era filho de Osíris muito embora sua concepção tenha ocorrido após a morte de Osíris.
Ele tinha cabeça de falcão e os olhos representavam o Sol e a Lua. Matou Seth, tanto por vingança pela morte do pai, Osíris, como pela disputa do comando do Egito.
Após derrotar Seth, tornou-se o rei dos vivos no Egito. Perdeu um olho lutando com Seth, que foi substituído por um amuleto de serpente, (que os faraós passaram a usar na frente das coroas), o olho de Hórus (anteriormente chamado de Olho de Rá), que simbolizava o poder real e foi um dos amuletos mais usados no Egito em todas as épocas. Depois da recuperação, Hórus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Seth.
O olho que Hórus feriu (o olho esquerdo) é o olho da Lua, o outro é o olho do Sol. Esta é uma explicação dos egípcios para as fases da lua, que seria o olho ferido de Hórus.
Alguns detalhes do personagem foram alterados ou mesclados com outros personagens ao longo das várias dinastias, seitas e religiões egípcias. Por exemplo, quando Heru (Hórus) se funde com Ra - O Deus Sol, ele se torna Ra-Horakhty. O olho de Hórus egípcio tornou-se um importante símbolo de poder chamado de Wedjat, que além de proporcionar poder afastava o mau-olhado, pois segundo os egípcios os olhos eram os espelhos da alma.
A Concepção de Hórus
conforme uma lenda difundida no Egito Antigo, Hórus foi concebido por Isis, quando Osíris, que era seu pai, já estava morto. A lenda sugere que a fecundação ocorreu quando Isis, na forma de um pássaro, pousou sobre a múmia do esposo, que estava deitado em um sofá.
Uma estela datada do ano de 1400 a.C. (hoje guardada no Museu do Louvre), contem este hino sobre o tema:
Oh benevolente Ísis
que protegeu o seu irmão Osíris,
que procurou por ele incansavelmente,
que atravessou o país enlutada,
e nunca descansou antes de tê-lo encontrado.
Ela, que lhe proporcionou sombra com suas asas
e lhe deu ar com suas penas,
que se alegrou e levou o seu irmão para casa.
Ela, que reviveu o que, para o desesperançado, estava morto,
que recebeu a sua semente e concebeu um herdeiro,
e que o alimentou na solidão,
enquanto ninguém sabia quem era...
Era originalmente o deus do céu, voando sobre o Egito como um falcão para proteger seu pai, o rei Osíris. Quando Horus derrotou o assassino de seu pai, Seth, ele se transformou no rei de todo o Egito, e ele é descrito usando uma coroa com uma parte superior branca para representar o Alto Egito e uma parte vermelha inferior para representar o Baixo Egito. Por esta razão, os governantes do Egito sempre se identificaram com Horus na vida, se transformando na personificação de Osíris quando eles morriam.
Hórus, para os antigos egipicios, é considerado a encarnação de Rá na terra, a manifestação fálico solar no plano material, o princípio do fogo. É um deus gêmeo, possuindo aspecto duplo: um ativo como heru-pa-khrat, ou Hárpocrates parao gregos no período Ptolomaico; e um aspecto ativo, como Ra-heru-Khuit podendo ser escrito também como Ha-roor-Khuit, o seu aspecto marcial.
O princípipo hermético da polaridade está presente na sabedoria iniciatica egípcia, compreendendo a natureza nos seus aspectos ativos/passivos como complemetares.
Harpócrates, o Hórus menino, é o primeiro iniciador e seu sinal, o do Silencio (colocando-se o dedo indicador da mão diretia sobre os lábios), já era um Sinal utilizado nos templo egípios simbolizando a iniciação pelo silêncio, para um contato com Num, as águas primordiais da vida (Nuit), através da quietude interna. Era um Sinal sempre feito nos Templos antes de se iniciar toda toda prática, por mais simples que esta pudesse ser.
O Deus Hórus, senhor do presente Aeon. Horus era adorado em centros de cultos em Behdet, Hirakonpolis e Edfu e o olho de Horus era considerado um amuleto poderoso.
Em Thelema, Hórus é o Deus Falcão, o Senhor da dupla Baqueta de Poder, que destrói os últimos resquícios do antigo Aeon de Osíris. Ra-Roor-Khuit traz em seu interior a criança Heru-pa-khrat, que é a criança do novo aeon, traz o novo aeon dentro de si.
O Olho de Hórus é também chamado de "Olho no Triângulo" e segundo Viviane Crowley, no livro "Cabala - um enfoque feminino", a imagem deste Olho representa Ain Soph, Kether, Chokmah e Binah.
O Ain Soph seria a pupila escura; Kether o círulo em volta da pupila, a íris. Chokmah está em torno disto, dando a forma oval do Olho e Binah é o triângulo (a base para o mundo tridimencional).
Segundo Marisa Castelo Branco, no livro "Do Egito Milenar à Antiguidade", o hieróglifo do Olho de Hórus significa ver, construir, criar, sendo que a palavra em egípicio que o representa é UDJAT e este simboliza um bastão por meio do qual se obtinha o fogo.
A autora disserta também que o símbolo é oriundo do Olho de Rá e, deste modo, o Olho era o signo R (a boca) com o Sol no meio, simbolizando também o verbo criar.
No papiro de Nesiamsu é dito que os homens foram criado das lágrimas de deus.
Assim sendo, a autora justifica que no Olho de Rá ou Olho de Hórus representa as lágrimas do criados, representado pelo hieróglifo QD (uma estaca em construção e também o verbo construir) e simbololiza Osíris que desceu à terra para trazer os primórdios da civilização.
A segunda lágrima é representada pelo hieróglifo de uma espiral das forças construtivas da natureza, simbolizando Hórus.

Filhos de Hórus é a designação dada a quatro deuses do Antigo Egipto: Imseti, Hapi, Duamutef e Kebehsenuef. Estes deuses estavam estritamente ligados ao culto funerário, não tendo sido alvo de nenhum culto em templos.
Pouco se sabe sobre a origem destes deuses, que já eram vistos como filhos do deus Hórus desde a época do Império Antigo. Nos Textos das Pirâmides são mencionados catorze vezes, sendo responsáveis por ajudar o defunto na sua viagem para o Além. No Livro das Portas colocam correntes nas serpentes aliadas de Apófis, o inimigo de Rá, que queria destruir a barca solar onde o deus viaja.
Alguns textos referem-se aos seus nomes nas listas de estrelas da época do Império Novo.
Cada um deste deuses era visto como o guardião de um dos órgãos internos do falecido. Durante o processo de mumificação os órgãos internos eram retirados e colocados nos chamados vasos canópicos. A partir da XVIII Dinastia a tampa destes vasos passou a reproduzir a cabeça destes deuses (anteriormente reproduzia-se a face idealizada do defunto).
Cada deus estava também associado a um ponto cardeal e a uma deusa.

As divindades eram também relacionadas com o deus Osíris, presidindo ao acto de pesagem do coração (psicostasia) na "Sala das Duas Verdades", segundo uma passagem do Livro dos Mortos. Neste caso era representados de outra maneira, com os seus corpos com forma de múmia, em pé sobre uma flor de lótus.
Que sejam prósperos.
Raffi Souza.

26 maio 2018

Uruz


Runa Uruz


A runa Uruz é a runa que está ligada a energia pura, selvagem ate, mas essa energia é ótima já que ela literalmente te sacode para que você saia da  estagnação, é chamada de Runa do touro branco, ou até mesmo de runa da força, e é esse o principal significado dela, é a força de vontade, a energia que te obriga a se movimentar, se formos reparar em um touro ele raramente está totalmente parado!
Essa runa traz a boa sorte, amadurecimento, determinação e a famosa coragem para enfrentar o que estar por vir, mas claro ao mesmo tempo que está runa nos traz as coisas boas ela também pode trazer as coisas em seu lado negativo.
Nesse lado negativo ela fala sobre as oportunidades que perdemos na vida, as coisas nos aspectos negativos, o desanimo de querer fazer qualquer coisa, e está se sentindo bem em ficar estagnado, mas entenda: não é bom ficar estagnado! Permita-se mudar, mesmo que esteja com medo de seguir em frente, vá com esse medo mesmo!
A Força
Pronúncia: úr
Nomes Alternativos: urur, uruz, uraz, urus
Significados Tradicionais: força, sacrifício animal, auroque
Palavras-Chave: potencial ilimitado, possibilidades infinitas, força continuada, renovação, liberação de energia, poder indômito, mudança súbita
Usos Práticos: proveitosa onde se precisa fundamentar ideias para que se tornem realidade prática, revitalizar-se e encontrar determinação para iniciar novos projetos, encontrar a força interna para se colocar o passado para trás e começar  novamente, forjar circunstâncias para construir situações mais satisfatórias, tornar-se mais produtivo, intensificar a determinação e criar a coragem para se afirmar
Usos Mágicos: para fortalecer a vontade, aumentar a potência sexual, dar energia para a caçada
Desafio: tenha coragem para abandonar coisas das quais não se precisa mais; só assim se permitirá que novas possibilidades surjam
Correspondências:
Fonema: U
Regência Planetária: Marte (Passiva)
Pedra: Carbúnculo
Flor: Nastúrcio
Árvore: Bétula
Número: 3
Classe Social: Nobre e Sacerdotal
Cor: Verde
Mitos e Deidades: Ullr, Loki, Odin (enquanto xamã)
Tarô: Força
Período do Dia: das 01 às 02 hs
Significados Gerais e Simbólicos:
O auroque (bos primigenius) era um bisão selvagem, agora extinto, semelhante ao búfalo norte-americano, muito comum na Europa setentrional até o século 17. Era pouco menor do que um elefante e possuía chifres que podiam medir até 1,83 metro, altamente estimados pelos teutônicos como copos para beber. Os jovens das tribos teutônicas costumavam caçá-lo, e até que tivessem participado de uma caçada bem-sucedida, eles não eram reconhecidos como homens. Só depois disso a eles era permitido se juntar às fileiras dos guerreiros e sair às batalhas com os outros homens da tribo.       
Porque os jovens se provavam matando o auroque, UR indica uma chance de provar-se a si mesmo, uma sugestão para que se reclame seu lugar ao sol. Já que a ação deles os elevava da condição de criança sob a autoridade dos pais, para o estado de homens livres, UR também representa qualquer mudança repentina ou dramática das circunstâncias — especialmente aquela que nos lança em uma situação inédita, ou que o coloque frente a seus próprios recursos. UR é a competição onde o ser humano é desafiado a melhorar e aperfeiçoar-se diante dos olhos do mundo, valorizando seu instinto de competição e sua ambição.
Frequentemente, UR aparece em um lançamento rúnico para indicar uma promoção na vida profissional ou um aumento de responsabilidade. No entanto, já que o auroque não podia ser morto sem o uso da força e da habilidade de luta, essa runa também mostra que se possui tanto a energia quanto a capacidade necessária para lidar com a mudança ou arcar com a responsabilidade vindoura.
Algumas vezes, vê-se a mudança assinalada por essa runa como algo assustador. É natural: como os adolescentes teutônicos adentrando o território desconhecido da fase adulta, deixa-se a segurança do conhecido pelo excitante, mas atemorizante, mundo das possibilidades desconhecidas. Normalmente, há uma necessidade de sacrifício — não um sacrifício indesejado ou lesivo, mas uma permuta de um bem menor por um bem maior. Denota algo que já foi bom, mas que teve a sua época e agora está destinado a ser substituído por condições novas e benéficas. O sentido chave desta runa é mudança natural. Portanto, assim como a adolescência substitui a infância, para ser substituída pela maturidade, as mudanças prognosticadas por essa runa não devem — na verdade, não podem — ser evitadas.
Essa runa representa tanto o espaço de onde se forja ou se cria algo do “nada”, e a energia formativa inicial que torna a visibilidade ou manifestação possível. Este espaço não é o vácuo, como muitos podem pensar. É uma essência vital não ordenada, esperando para dar forma às coisas que se sucederão. UR, então, é a potencialidade que existe no começo de tudo. Ela contém dentro de si o potencial para qualquer coisa que se possa se manifestar. O artista começa com uma tela virgem ou uma folha de papel em branco. Não há nada lá, simplesmente “espaço”. Entretanto, é nesse vazio que o artista traz à luz ideias que se manifestam em coisas que podem ser apreciadas. Do “nada” ele assim cria uma obra de arte.
           
A energia se apresenta não somente como espírito combativo, mas também como vitalidade e saúde inquebrantáveis. UR é um excelente augúrio nas questões relativas à saúde, já que significa grande vigor e fortes poderes naturais de resistência.
Representa, ainda, o parceiro masculino em um caso amoroso ou casamento e isto se aplica irrestritamente tanto ao homem como à mulher. Em tais casos, UR mostra a urgência sexual do homem, e sugere a existência de paixão tendo importância no lado masculino.          
Em questões financeiras e de negócios, essa runa revela melhorias na situação presente, mas somente através da aplicação de força de vontade e esforço próprio. Não é uma runa que sugere que todos os problemas serão tirados dos ombros por um benfeitor indulgente: é mais uma indicação de que é preciso se erguer sobre os próprios pés.
Significado Reverso:
Em geral, a mensagem de UR reversa é: as oportunidades de mostrar o que se pode fazer não devem ser desperdiçadas, para evitar futuras desilusões. Ao não querer enfrentar situações difíceis, o enfraquecimento e o desânimo tornam-se cada vez mais poderosos.
Entretanto, em um lançamento rúnico primordialmente restritivo, UR reversa pode significar: essa é uma oportunidade que se deve deixar passar.
Se UR está reversa, mas a runa associada a ela prometer mudança (RAIDO ou EHWO, por exemplo), isso sugere que existirá iniciativa ou habilidade insuficientes — ou ambas — para trazer o assunto a uma conclusão bem-sucedida. Aconselha-se a não fazer tal mudança, e observar as outras runas acompanhantes para ver se implicam em um cancelamento dos planos atuais, ou meramente uma postergação.
UR reversa pode ainda indicar uma reviravolta infeliz dos acontecimentos. Certas vezes, pode pressagiar uma mudança radical, mas que não vem de encontro às nossas aspirações. Embora as aparências em contrário, as coisas podem finalmente melhorar se UR cair junto a runas amplificadoras.
Pode significar, também, rudeza, crueldade e brutalidade. Uma pessoa que não aceita diferenças de opinião. Uma imaturidade que leva a uma tentativa de domínio. Mostra, ainda, a crueldade como máscara para insegurança: um ditador cujo reinado está provavelmente chegando ao fim.
O reverso dessa runa sugere fraca força de vontade, e às vezes, a possibilidade de se estar caindo sob a influência de uma personalidade mais forte. Isto é particularmente preocupante quando emparelhada com runas de parceria, como GEBO ou WUNJO reversa.
Denota, por fim, baixa vitalidade, que pode ser responsável ou contribuir para a ocorrência de uma doença. Além disso, para o homem, pode enunciar problemas médicos ou psicológicos de natureza sexual.
Que sejam prósperos.
Raffi Souza.

24 maio 2018

Fehu


A Runa Fehu!


A runa Fehu (Feoh, Fehu, Faíhu, Fè), é a runa relacionada a proseridade, seja ela financeira, emocional, espiritual, etc, mas o principal seria a financeira, já que esta ligada profundamente com os rebanhos, e como todos sabem os rebanhos são uma fonte de renda conhecida desde a antiguidade, e sempre rende mais e mais ganhos, seja por sua carne, leite ou outras coisas.
As frases “dinheiro atrai dinheiro”, ”dinheiro faz dinheiro” é a que melhor se encaixa nessa runa, afinal quanto mais dinheiro conseguimos mais atraimos, claro se você souber usar ele, investindoo em algo, como na antiguidade, não existia o dinheiro fisico se usava o escanbo, então usavam muito os rebanhos (ou outros materias);
Fehu também é o sinal de seu proprio esforço, do seu trabalho, mas os ganhos de Fehu podem ser inesperados, essa runa é o sinal que quando queremos muito algo devemos conquistar ele, mesmo que possa demorar, ela mostra que nada é realmente pelo acaso; ela também mostra os ganhos emocionais, como ganhar confiança em engatar um novo relacionamento, ganhar a confiança para novos projetos, etc.
A riqueza de Fehu é algo para se por em pratica, e não para ficar guardade no banco, antigamente os camponeses e reis (qualquer pessoa que tivesse posses), sacrificavam uma cabeça de gado para os deuses, como agradecimento pelas conquistas que existem no mundo, e é algo que devemos ter ate hoje, ser grato as coisas que recebemos, mesmo que seja por causa do nosso proprio sacrificio e esforço!
É uma runa que sempre vem como aviso, que as vezes os seus proprios projetos estão sendo impedidos de serem concluidos por você mesmo, seja por falta de animo, por insegurança, etc.
Como em todos devemos nos atentar com as outras runas que estão em volta dessa, se for com runas em seus aspectos negativos devemos tomar cuidado, muitas vezes isso significa que devemos não esbanjar nossos ganhos, e sim os preservar eles.
“Para meditar: Partilhe sempre e faça os seus convidados sentirem-se bem vindos. Prepare a melhor refeição e providencie a melhor cama.
Quando recebe um presente, deve dar um presente. Dê sempre um presente de igual valor.
Nunca dê um melhor do que recebeu para não embaraçar o primeiro a oferecer”;
Ela invertida:
É a perca de bens materias, dificuldade, obstaculos, as vezes ate mesmo problemas de saude, devemos ver essa runa quando sai invertida como algo que pessoal, dependendo das outras runas e do consulente pode ser seus proprios problemas que estão atrapalhando seus projetos.
Quando se sai em consultas muitas vezes pode ser motivo de surpresa já que geralmente esta sendo uma runa boa, mas como tudo na vida tem o lado bom e lado ruim, essa runa também tem.
Em algumas consultas podem indicar ate mesmo problemas na sua saude (ex: ganho de peso, problemas na cicurlação sanguinea, etc) então sempre devemos nos atentar as runas ao redor e a pergunta feita durante a consulta oracular.


Correspondências:
Fonema: F
Regência Planetária: Vênus e Lua.
Pedra: Ágata.
Flor: Lírio do Vale.
Árvore: Sabugueiro.
Número: 6.
Classe Social: Nobre e Sacerdotal.
Cor: Carmim.
Mitos e Deidades: Freyja, Freyr, Brisingamen, Gullveig, Anões, Sigurd e o Ouro da Lontra.
Tarô: Imperador.
Período do Dia: das 17 às 18 hs.
Que sejam prósperos.
Raffi Souza.